Dissertações/Teses

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2020
Dissertações
1
  • NAIRA AUGUSTA PEDROSO DE SOUSA OLIVEIRA
  • Que bicho é esse? A oralidade na BNCC.

  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 15/05/2020
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  • Esta pesquisa busca responder ao seguinte questionamento: de que forma a oralidade é compreendida na Base Nacional Comum Curricular – BNCC e quais as implicações dessa concepção para a organização do ensino atual de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental? O trabalho contém quatro capítulos. O primeiro refere-se à oralidade como objeto escolar no ensino de língua portuguesa, com destaque ao contexto geral do ensino de Língua Portuguesa, ao estudo da oralidade, abordando pontos relacionados à fala e à escrita, à variação linguística, ao ensino da oralidade na escola; além disso, apresento um panorama sobre pesquisas desenvolvidas no Profletras que tratam do ensino da oralidade, observando a produção dessa temática no Mestrado Profissional de que faço parte; o segundo capítulo diz respeito ao que propõe a BNCC em relação ao trabalho com oralidade na escola. Nessa parte, abordo o modo de organização estrutural do documento, com destaque ao componente curricular Língua Portuguesa, eixo oralidade, no Ensino Fundamental, enfatizando os anos finais dessa etapa. No terceiro capítulo, faço a análise dos descritores referentes à oralidade, no Ensino Fundamental, anos finais. No quarto e último capítulo, conto minha prática de ensino em diálogo com o que propõe a BNCC para o ensino da oralidade, com foco no 9º ano do ensino fundamental, por ser a série em que desenvolvo minha ação docente.

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  • ELIANA PATRÍCIA SANTOS SARDINHA
  • Atividades didáticas integradas em ensino de gêneros: uma perspectiva dialógica da linguagem no ensino fundamental

  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 18/06/2020
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  • Este trabalho tem por objetivo investigar de que forma as Atividades Didáticas Integradas (leitura, escrita, oralidade, reflexão linguística) podem redimensionar a prática de ensino de gêneros na língua portuguesa, no ensino fundamental, levando em consideração que estas ações didáticas podem contribuir para dinamizar a capacidade discursiva dos alunos, extrapolar o contexto da sala de aula e ganhar uma dimensão social na perspectiva do letramento. As bases teóricas que respaldam esse trabalho estão fundamentadas nos pressupostos de Marcuschi (2005, 2008), Koch (2003, 2004, 2006, 2008), Koch e Elias (2009a, 2009 b), Bakhtin (2006, 2010 a 2010b, 2016a, 2016b, 2017) e Moura (2016, 2017, 2018). Para os autores, a linguagem é um constante processo de interação mediado pelo diálogo e não apenas como sistema autônomo. As Atividades Didáticas Integradas, da forma que efetivam suas metodologias, contribuem para a autonomia do aluno em relação à produção e compreensão dos gêneros e a sua formação, enquanto sujeito responsivo. O corpus em análise, consta de textos orais e escritos de uma turma de trinta alunos do 6º ano do ensino fundamental, da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio São Raimundo Nonato, escola pública/conveniada, localizada no bairro da Aldeia, em Santarém-Pará, bem como textos utilizados pela professora da turma. As atividades desenvolvidas, foram descritas e analisadas, considerando os gêneros reportagem, entrevista, calendário agrícola, relatos, comentários e bilhete, colocando em prática dessa forma a proposta com a perspectiva dialógica da linguagem no ensino fundamental. Os resultados desta pesquisa, evidenciam que os gêneros estudados colaboram efetivamente para que os alunos estudem com mais propriedade e autonomia a língua e com possíveis ações sociais que modificarão suas realidades. Essas atividades visam a formação de sujeitos responsivos, isto significa que o ouvinte recebe e compreende a significação linguística do discurso em questão e adota, para com esse discurso, uma atitude responsiva ativa concordando ou discordando do que está posto ou ainda complementando, adaptando e reescrevendo o que se disse. A atitude responsiva torna o ouvinte um sujeito em constante elaboração durante o processo de audição e de compreensão do discurso. É importante a formação crítica dos alunos, enquanto cidadãos atuantes na sociedade, capazes de entender a língua, questioná-la, criá-la e recriá-la.

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  • ANDREA NINA MONTEIRO
  • "O LUGAR ONDE VIVO” EM DOCUMENTÁRIOS: OS MULTILETRAMENTOS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

     

  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 14/08/2020
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  • Este trabalho teve por objetivo avaliar como a proposta de produção de documentários, com base na Olimpíada de Língua Portuguesa, desenvolvida por meio de uma intervenção com alunos de uma escola pública de Alenquer - Pará, se realiza como instrumento de formação intelectual a partir das aulas de Língua Portuguesa na perspectiva do Multiletramento. Tomo para embasamento teórico Freire (2015) em sua Pedagogia da Autonomia; a perspectiva dialógica da língua de Bakhtin (2011, 2013, 2016); Moura (2016,2017) - que seguindo a linha bakhtiniana desenvolveu o estudo de atividades didáticas integradas (ADIs) - assim como também, utilizei as contribuições de autores como: Marcuschi (2011, 2008) sobre gêneros textuais discursivos; de  Rojo (2011, 2012, 2019 ),  Dionísio(2011) e Kleiman (1995) sobre Letramento e Multiletramentos. A pesquisa é participante de cunho qualitativo, em que a professora /pesquisadora colheu e analisou dados obtidos através da observação das suas aulas, fazendo uso diário de registros escritos, gravações de voz e vídeo, além da aplicação de questionário para a avaliação dos alunos. Os resultados apontam para uma escola ainda em construção de uma filosofia de ensino que visa a integração dos saberes. Também mostra a importância da aproximação de novas tecnologias de comunicação nessa integração para que a formação intelectual também possa se dar de maneira mais integralizada. Contudo, a pesquisa mostra ainda uma dificuldade em se utilizar dessas novas tecnologias, seja em termos técnicos, seja por falta de acesso ou mesmo por uma visão conservadora de que essas são apenas distrações nesse meio.

     
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  • RIZIOMAR PINHEIRO DE OLIVEIRA
  • LEITURA LITERÁRIA E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO FUNDAMENTAL – 6º AO 9º ANO: MARGENS OPOSTAS OU TRAVESSIA?

  • Orientador : ANA MARIA VIEIRA SILVA
  • Data: 02/10/2020
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  • Esta Dissertação intitulada A leitura literária e o ensino de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental – 6º ao 9º ano: margens opostas ou travessia? surge de uma necessidade pedagógica - a educação literária - por isso investigou onde se encontra a Literatura nas aulas de Língua Portuguesa. Para o levantamento dos dados, comparações, análise de resultados, intervenção e discussão, foi aplicado questionário semiestruturado, com perguntas fechadas e abertas a oito (08) professores de Língua Portuguesa e a duzentos e cinco alunos (205). A pesquisa foi realizada em (05) cinco escolas da Rede Pública Estadual, no município de Santarém- PA. Como parte importante da investigação, houve a verificação e a enumeração da ocorrência de textos literários nos livros didáticos de Língua Portuguesa, utilizados por alunos e por professores das referidas escolas, com o fito de verificar se esse instrumento pedagógico promove a educação literária por meio de seus textos. Os dados obtidos com a aplicação do questionário foram importantes para a realização da proposta de intervenção, pois foram socializados com os professores participantes da pesquisa, em um encontro programado onde foram feitos diversos questionamentos, dentre os quais a ausência de metodologias, de planejamento coletivo e de cursos de formação de Língua Portuguesa para o ensino de Literatura no Ensino Fundamental, além de discussões voltadas para a elaboração de estratégias, capazes de dar ao texto literário o potencial que ele tem. Os embasamentos utilizados foram Cândido (2004), Cosson (2012), Silva (1991, 2004, 2009), Zilberman (2009), Geraldi (2012), além de artigos e de dissertações que dialogam com esse tema. A análise dos resultados obtidos revela que, embora o texto literário esteja vinculado ao ensino de Língua Portuguesa, ele tem sido apenas o pretexto para o ensino de gramática normativa, para resoluções de questões de compreensão e de interpretação de textos, além de modelo para escrita de textos do mesmo gênero, não promovendo, desse modo, a educação literária. Assim, foi elaborado um E-book, intitulado “Convite à travessia”, como sugestão a professores de Língua Portuguesa do Ensino fundamental – 6° a 9° ano - a fim de tornar não apenas  presente, mas contínuo e provocador, o ensino de Literatura nas aulas de Língua Portuguesa, sendo capaz de prender a atenção do aluno e, desse modo, promover a educação literária, tornando-se uma prática menos didatizada e mais humanizadora.

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  • FRANCILEIDE COSTA RODRIGUES
  • LEITURA DE CONTOS DA LITERATURA BRASILEIRA DE EXPRESSÃO AMAZÔNICA: FRUIÇÃO E (RE)CONHECIMENTO  DE PRÁTICAS CULTURAIS

  • Orientador : ANA MARIA VIEIRA SILVA
  • Data: 06/11/2020
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  • A presente dissertação intitulada Leitura de contos da Literatura de Expressão Amazônica: fruição e (re)conhecimento de práticas culturais nasceu da inquietação da professora-pesquisadora ao constatar a ausência de atividades de leitura com textos de literatura de Expressão Amazônica no fundamental maior (6º ao 9º ano) e como esses textos seriam trabalhados a fim de que os alunos lessem mais, percebessem a leitura como um meio de aquisição de conhecimentos e valorizassem as práticas culturais. Como afirma Candido, a literatura é fator de humanização e direito humano, portanto, deve estar ao alcance de todos. Com essas atividades, o aluno, além de ter contato com textos pouco acessíveis, tem a oportunidade de vivenciar experiências e aprendizados que só o texto literário proporciona. Como atividade de intervenção na sala de aula, foi desenvolvido um projeto de leitura denominado Contos para acordar e encantar composto de oito oficinas, focado na leitura de contos de literatura de Expressão Amazônica, aplicado em uma turma de 9º ano, na cidade de Monte Alegre. A proposta de intervenção foi transformada em um caderno de atividades que servirá de apoio a outros professores que sintam a necessidade de trabalhar com esse tipo de leitura e será mais uma contribuição para o acesso a textos desses autores que não são encontrados em livros didáticos. Assim, esta pesquisa qualitativa participante tem por objetivo estimular a leitura em alunos do ensino fundamental, usando para isso textos literários de três escritores paraenses, que são: José veríssimo, Inglês de Sousa e Benedicto Monteiro, os quais ressaltam os elementos da cultura amazônica, promovendo, dessa forma, maior identidade dos alunos com os textos lidos. A pesquisa se baseou nos estudos de autores que versam sobre leitura literária , principalmente Bértolo( 2014), Britto (2012/2015), Candido (2011), Colomer(2007), Kleiman (1989/1995), Lajolo (1997/2001) e Solé (1999) e em algumas pesquisas já realizadas no âmbito do Profletras-Ufopa/UFPA sobre o tema. A experiência revelou que as aulas de Língua Portuguesa devem ser o momento e o lugar em que a leitura de textos literários, inclusive o de Expressão Amazônica, deve ter a primazia e servir como ponto de partida para as demais atividades como oralidade, análise linguística e produção textual e que o professor deve mediar essas atividades em todas as etapas.

2019
Dissertações
1
  • MARIA IVANILCE SILVA DA MOTA
  • POEMAS AMAZÔNICOS EM SALA DE AULA: UM INCENTIVO À VALORIZAÇÃO DA CULTURA, LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

  • Orientador : ANA MARIA VIEIRA SILVA
  • Data: 14/02/2019
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  • O presente trabalho tem como título principal Poemas Amazônicos em sala de aula: um incentivo à valorização da cultura, leitura e produção de textos no ensino fundamental, e traz como título da proposta de intervenção Amazônia em versos: Leitura de poemas em sala de aula, como um incentivo à valorização da produção literária de poetas amazônicos. A proposta metodológica resultou em um material pedagógico como sugestão para ser utilizado pelos professores do ensino fundamental. No entanto, a título de testagem, a referida proposta foi aplicada em uma turma de 6º ano da Escola municipal de Ensino Fundamental São Francisco, município de Óbidos-Pá. Para alcançar os resultados pretendidos, esta dissertação utilizou-se da pesquisa bibliográfica, qualitativa e participante. Nesse sentido, teve como objetivo geral fazer um estudo de poemas de autores de expressão amazônica, identificando os possíveis entraves da ausência desses textos no ensino básico e, com esse estudo, usando metodologias voltadas para a e leitura, produção oral e escrita, criar possibilidades para o exercício dessas leituras na vida cotidiana do aluno do ensino fundamental. Com o intuito de alcançar esse objetivo, este trabalho discute, em quatro capítulos, temas que contribuirão para o desenvolvimento da leitura, produção oral e escrita dos alunos no ensino fundamental, assim como as atividades que irão favorecer o despertar da valorização das produções literárias da região amazônica. Os principais teóricos que embasaram esta dissertação foram: Candido, Britto, Moisés.

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  • MARIA IVANILCE SILVA DA MOTA
  • POEMAS AMAZÔNICOS EM SALA DE AULA: UM INCENTIVO À VALORIZAÇÃO DA CULTURA, LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

  • Orientador : ANA MARIA VIEIRA SILVA
  • Data: 14/02/2019
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  • O presente trabalho tem como título principal Poemas Amazônicos em sala de aula: um incentivo à valorização da cultura, leitura e produção de textos no ensino fundamental, e traz como título da proposta de intervenção Amazônia em versos: Leitura de poemas em sala de aula, como um incentivo à valorização da produção literária de poetas amazônicos. A proposta metodológica resultou em um material pedagógico como sugestão para ser utilizado pelos professores do ensino fundamental. No entanto, a título de testagem, a referida proposta foi aplicada em uma turma de 6º ano da Escola municipal de Ensino Fundamental São Francisco, município de Óbidos-Pá. Para alcançar os resultados pretendidos, esta dissertação utilizou-se da pesquisa bibliográfica, qualitativa e participante. Nesse sentido, teve como objetivo geral fazer um estudo de poemas de autores de expressão amazônica, identificando os possíveis entraves da ausência desses textos no ensino básico e, com esse estudo, usando metodologias voltadas para a e leitura, produção oral e escrita, criar possibilidades para o exercício dessas leituras na vida cotidiana do aluno do ensino fundamental. Com o intuito de alcançar esse objetivo, este trabalho discute, em quatro capítulos, temas que contribuirão para o desenvolvimento da leitura, produção oral e escrita dos alunos no ensino fundamental, assim como as atividades que irão favorecer o despertar da valorização das produções literárias da região amazônica. Os principais teóricos que embasaram esta dissertação foram: Candido, Britto, Moisés.

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  • EDRIANA LÚCIA FONSECA DE MORAIS
  • DO LITERÁRIO PARA A LITERARIEDADE DAS NARRATIVAS DA AMAZÔNIA: UMA PROPOSTA DE ENSINO DE LEITURA

  • Orientador : EDIVALDO DA SILVA BERNARDO
  • Data: 15/02/2019
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  • O texto artístico literário é um dos mais expressivos instrumentos de colaboração na formação de leitores, pois carrega em si uma alta qualidade e faz uso especial da linguagem, tem a grande capacidade de dá significado ao mundo. É necessário que a preciosa missão de formar leitores, atribuída genuinamente à escola, seja realizada também por meio desses textos, já que são constituídos de saberes sobre o mundo e a humanidade, capazes de promover experiências intensas ao leitor. Considerando a relevância da leitura de textos artísticos literários, no contexto escolar, procurou-se com o presente trabalho, elaborar, aplicar e avaliar uma prática de leitura de contos de Literatura Brasileira de Expressão Amazônica. O objetivo dos passos metodológicos aqui realizados é verificar de que forma a Literatura Brasileira de Expressão Amazônica pode contribuir para a formação do leitor. Temos como público alvo alunos do 8º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, vistos aqui como leitores literários iniciantes, aptos para se envolver em práticas de letramento literário dentro de uma perspectiva crítica e emancipatória. A escolha dessa expressão literária se dá em vista a sua relevância de caracterização deste espaço, visto que as narrativas se aproximam e refletem de alguma forma a realidade social do público alvo desta intervenção. O estudo realizado permitiu consolidar o conhecimento do processo de constituição da Literatura Brasileira de Expressão Amazônica, bem como seus componentes, influenciadores e os pioneiros que permitiram a sedimentação de uma literatura única, capaz de significar a vida dos educandos deste espaço. Para esta reflexão apoiou-se nas ideias TUPIASSU (2016), LOUREIRO (1995), SOUSA (2010), FARES (2014), JUNIOR (1969) BENCHIMOL (2014). A proposta de ensino situa-se no saber pedagógico proposto por SOUSA e GIRROTO (2014), COSSON (2012) e SOLÉ (1998) as reflexões aqui expostas lançam um olhar reflexivo sob a forma como se dá a leitura artístico literária na escola e como ela pode ser realizada de maneira contextualizada próximo à realidade social do aluno.

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  • EDRIANA LÚCIA FONSECA DE MORAIS
  • DO LITERÁRIO PARA A LITERARIEDADE DAS NARRATIVAS DA AMAZÔNIA: UMA PROPOSTA DE ENSINO DE LEITURA

  • Orientador : EDIVALDO DA SILVA BERNARDO
  • Data: 15/02/2019
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  • O texto artístico literário é um dos mais expressivos instrumentos de colaboração na formação de leitores, pois carrega em si uma alta qualidade e faz uso especial da linguagem, tem a grande capacidade de dá significado ao mundo. É necessário que a preciosa missão de formar leitores, atribuída genuinamente à escola, seja realizada também por meio desses textos, já que são constituídos de saberes sobre o mundo e a humanidade, capazes de promover experiências intensas ao leitor. Considerando a relevância da leitura de textos artísticos literários, no contexto escolar, procurou-se com o presente trabalho, elaborar, aplicar e avaliar uma prática de leitura de contos de Literatura Brasileira de Expressão Amazônica. O objetivo dos passos metodológicos aqui realizados é verificar de que forma a Literatura Brasileira de Expressão Amazônica pode contribuir para a formação do leitor. Temos como público alvo alunos do 8º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, vistos aqui como leitores literários iniciantes, aptos para se envolver em práticas de letramento literário dentro de uma perspectiva crítica e emancipatória. A escolha dessa expressão literária se dá em vista a sua relevância de caracterização deste espaço, visto que as narrativas se aproximam e refletem de alguma forma a realidade social do público alvo desta intervenção. O estudo realizado permitiu consolidar o conhecimento do processo de constituição da Literatura Brasileira de Expressão Amazônica, bem como seus componentes, influenciadores e os pioneiros que permitiram a sedimentação de uma literatura única, capaz de significar a vida dos educandos deste espaço. Para esta reflexão apoiou-se nas ideias TUPIASSU (2016), LOUREIRO (1995), SOUSA (2010), FARES (2014), JUNIOR (1969) BENCHIMOL (2014). A proposta de ensino situa-se no saber pedagógico proposto por SOUSA e GIRROTO (2014), COSSON (2012) e SOLÉ (1998) as reflexões aqui expostas lançam um olhar reflexivo sob a forma como se dá a leitura artístico literária na escola e como ela pode ser realizada de maneira contextualizada próximo à realidade social do aluno.

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  • JOSIANE SOUSA CARDOSO
  • ARTÍFICES DO DIZER, CAMINHOS QUE LEVAM A LER: A CULTURA DA CONTAÇÃO DE NARRATIVAS ORAIS AMAZÔNICAS.

  • Orientador : EDIVALDO DA SILVA BERNARDO
  • Data: 15/02/2019
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  • Há, na Amazônia, a tradição de socialmente contar histórias. Provindas do cotidiano e do imaginário amazônico, essas narrativas compartilham experiências e educam. Diante disso, reconhecê-las foi fundamental para tornar significativa a realização desse estudo, que visou analisar a eficiência da contação de narrativas orais amazônicas como proposta metodológica na promoção da leitura literária. Sua ação pedagógica foi desenvolvida com alunos do sétimo ano do ensino fundamental II, de escola pública municipal, na cidade de Óbidos/ PA. A partir de uma metodologia direcionada ao ensino, envolveu a participação de alunos e professora numa prática que oportunizou a reflexão sobre a ação pedagógica de sala de aula, o que possibilitou à professora ser também uma pesquisadora. Assim, permitiu-se abrir caminhos para a arte literária, além de outras aprendizagens com a oralidade. O resultado mostra uma proposta que é eficiente porque leva o discente a ler e aprimorar suas habilidades orais, além de levá-lo a escrever. Razões significativas para ser desenvolvida em todas as séries/anos do ensino fundamental II. Sua efetivação contou com as sugestões pedagógicas de BUSATTO (2003) e SOLÉ (1998). E autores como ZUMTHOR (2010,2014) LOUREIRO (1995; 2000), LARAIA (2001) BENJAMIN (1987), MOREIRA (1960), SIMÕES (2000; 2003); BRITTO (2015) MACHADO (2002) entre outros, ajudaram-nos a fazer o percurso teórico sobre cultura amazônica, tradição oral da contação de narrativas e leitura. Portanto, um estudo que se dispõe a ser também fonte de inspiração para outras propostas com as narrativas orais da cultura amazônica.

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  • JOSIANE SOUSA CARDOSO
  • ARTÍFICES DO DIZER, CAMINHOS QUE LEVAM A LER: A CULTURA DA CONTAÇÃO DE NARRATIVAS ORAIS AMAZÔNICAS.

  • Orientador : EDIVALDO DA SILVA BERNARDO
  • Data: 15/02/2019
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  • Há, na Amazônia, a tradição de socialmente contar histórias. Provindas do cotidiano e do imaginário amazônico, essas narrativas compartilham experiências e educam. Diante disso, reconhecê-las foi fundamental para tornar significativa a realização desse estudo, que visou analisar a eficiência da contação de narrativas orais amazônicas como proposta metodológica na promoção da leitura literária. Sua ação pedagógica foi desenvolvida com alunos do sétimo ano do ensino fundamental II, de escola pública municipal, na cidade de Óbidos/ PA. A partir de uma metodologia direcionada ao ensino, envolveu a participação de alunos e professora numa prática que oportunizou a reflexão sobre a ação pedagógica de sala de aula, o que possibilitou à professora ser também uma pesquisadora. Assim, permitiu-se abrir caminhos para a arte literária, além de outras aprendizagens com a oralidade. O resultado mostra uma proposta que é eficiente porque leva o discente a ler e aprimorar suas habilidades orais, além de levá-lo a escrever. Razões significativas para ser desenvolvida em todas as séries/anos do ensino fundamental II. Sua efetivação contou com as sugestões pedagógicas de BUSATTO (2003) e SOLÉ (1998). E autores como ZUMTHOR (2010,2014) LOUREIRO (1995; 2000), LARAIA (2001) BENJAMIN (1987), MOREIRA (1960), SIMÕES (2000; 2003); BRITTO (2015) MACHADO (2002) entre outros, ajudaram-nos a fazer o percurso teórico sobre cultura amazônica, tradição oral da contação de narrativas e leitura. Portanto, um estudo que se dispõe a ser também fonte de inspiração para outras propostas com as narrativas orais da cultura amazônica.

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  • LUIZ CARLOS MORAIS JÚNIOR
  • HIPERTEXTO: O LINK COMO RECURSO DIDÁTICO NAS ESTRATÉGIAS DE
    LEITURA

  • Orientador : ANDREI SANTOS DE MORAIS
  • Data: 15/02/2019
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  • Esta dissertação, solicitada pelo Profletras (Programa Profissional de Mestrado em Letras), está inserida na linha de pesquisa Leitura, Escrita e Ensino de Língua Portuguesa, na perspectiva sociointeracionista, com foco
    nas estratégias de leitura no contexto digital. Primeiramente foi realizada uma pesquisa bibliográfica que subsidiou a esquematização do projeto de intervenção, realizado com alunos da EJA (programa de Educação de Jovens e Adultos) da escola denominada Vai Quem Quer, situada na zona rural, município de Monte Alegre, no estado do Pará. O objetivo geral do projeto que resultou nesta dissertação foi, a partir da análise de um projeto
    interventivo com foco nos links como elementos constituintes de estratégias de leitura, a viabilidade de inserir o hipertexto como suporte didático de leitura no âmbito do ensino de Língua Portuguesa. O gênero selecionado para o processo estratégicos de leitura foi a letra de música, nesta foram desenvolvidos links com o objetivo de proporcionar aos leitores informações que somassem aos conhecimentos prévios que já possuíam sobre a temática proposta, para que, assim, o leitor alcançasse uma compreensão mais significativa no seu processo como leitor. Além dos hipertextos, foram proporcionados textos convencionais, os impressos, que dialogaram com os hipertextos de forma que complementaram para a expansão de informação. Para tal desenvolvimento, a pesquisa se ancorou em Koch (2011,2012), Solé (1998), Colomé&Camps (2002) no que tange às estratégias de leitura, Bakhtin (1997), sobre teoria da linguagem; Xavier (2009) e Marcuschi (2004) nos estudos direcionados ao hipertexto; Gomes (2011) na didatização dos links e Lévy (1999) no que se refere à inteligência coletiva, entre outros. Como resultado, a pesquisa, se mostrou positiva no sentido de didatização dos links para fins específicos, no caso informativo

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  • LUIZ CARLOS MORAIS JÚNIOR
  • HIPERTEXTO: O LINK COMO RECURSO DIDÁTICO NAS ESTRATÉGIAS DE
    LEITURA

  • Orientador : ANDREI SANTOS DE MORAIS
  • Data: 15/02/2019
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  • Esta dissertação, solicitada pelo Profletras (Programa Profissional de Mestrado em Letras), está inserida na linha de pesquisa Leitura, Escrita e Ensino de Língua Portuguesa, na perspectiva sociointeracionista, com foco
    nas estratégias de leitura no contexto digital. Primeiramente foi realizada uma pesquisa bibliográfica que subsidiou a esquematização do projeto de intervenção, realizado com alunos da EJA (programa de Educação de Jovens e Adultos) da escola denominada Vai Quem Quer, situada na zona rural, município de Monte Alegre, no estado do Pará. O objetivo geral do projeto que resultou nesta dissertação foi, a partir da análise de um projeto
    interventivo com foco nos links como elementos constituintes de estratégias de leitura, a viabilidade de inserir o hipertexto como suporte didático de leitura no âmbito do ensino de Língua Portuguesa. O gênero selecionado para o processo estratégicos de leitura foi a letra de música, nesta foram desenvolvidos links com o objetivo de proporcionar aos leitores informações que somassem aos conhecimentos prévios que já possuíam sobre a temática proposta, para que, assim, o leitor alcançasse uma compreensão mais significativa no seu processo como leitor. Além dos hipertextos, foram proporcionados textos convencionais, os impressos, que dialogaram com os hipertextos de forma que complementaram para a expansão de informação. Para tal desenvolvimento, a pesquisa se ancorou em Koch (2011,2012), Solé (1998), Colomé&Camps (2002) no que tange às estratégias de leitura, Bakhtin (1997), sobre teoria da linguagem; Xavier (2009) e Marcuschi (2004) nos estudos direcionados ao hipertexto; Gomes (2011) na didatização dos links e Lévy (1999) no que se refere à inteligência coletiva, entre outros. Como resultado, a pesquisa, se mostrou positiva no sentido de didatização dos links para fins específicos, no caso informativo

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  • UDIRLEI ANDRADE DA SILVA
  • O GÊNERO REPORTAGEM NA SALA DE AULA

    Uma proposta de ensino para desenvolver a leitura, a escrita e a oralidade

     

  • Orientador : ROBERTO DO NASCIMENTO PAIVA
  • Data: 17/06/2019
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  • Considerada uma atividade fundamental no desenvolvimento intelectual do aluno, a
    leitura na sala de aula tem sido objeto de estudo cuja a finalidade é mostrar que
    essa prática pode contribuir com a formação de um leitor crítico e participativo,
    contribuindo no desenvolvimento da escrita e da oralidade. Na teoria é tudo tão
    bonito, mas na prática, percebemos uma realidade triste, onde o aluno mostra-se
    desmotivado, professores que ainda insistem em priorizar o ensino da gramatica
    tradicional, desconsiderando a importância do ensino da leitura e da escrita no
    desenvolvimento da competência comunicativa do aluno. Diante disso, elaboramos
    uma proposta de ensino utilizando o gênero textual reportagem, aplicada no decorrer
    do ano letivo de 2018, com os alunos da 3ª e da 4ª etapa da Educação de Jovens e
    Adultos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Elza Albuquerque de Lima
    (Juruti-Pará). Desenvolvemos uma pesquisa participante, com “a interação entre
    pesquisadores e membros das situações investigadas" (GIL, 1991) com alunos da 3ª
    e da 4ª etapa da Educação de Jovens e Adultos (EJA) no decorrer do ano letivo de
    2018, com o professor exercendo o papel de pesquisador. No nosso referencial
    teórico pesquisamos autores consagrados em cada um dos eixos abordados nesta
    dissertação: 1- Leitura: Silva (2010), Bamberger (1987), Castrillón (2011) e Petit
    (2008); 2 - Tipos e Gêneros Textuais: Bakhtin (1992) e Marcuschi (2008); e 3 -
    Reportagem na Sala de Aula: Farias (2006), Lopes-Rossi (2005), Cunha (2003) e
    Lage (2009). Por meio desta pesquisa foi possível concluir que o gênero textual
    reportagem na sala de aula é uma ferramenta que torna possível a formação de
    leitores e produtores de textos segundo a perspectiva discursiva, mas para isso, o
    professor – considerado a peça principal neste processo de ensino-aprendizagem da
    leitura e da escrita, deve possuir habilidades e conhecimentos suficientes para
    despertar nos seus alunos o gosto pela leitura, e consequentemente, os argumentos
    e os subsídios necessários no seu desenvolvimento com leitor, contribuindo também
    com avanços na sua oralidade.

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  • ROSILENE DE ARAÚJO FARIAS
  • O PROTAGONISMO DA BIBLIOTECA ESCOLAR: Ratificando (ou não) a importância do espaço para a promoção da cultura letrada

  • Orientador : ZAIR HENRIQUE SANTOS
  • Data: 30/11/2019
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  • O ambiente escolar possui um espaço que deveria ser privilegiado para a formação do leitor. Infelizmente, não é o que se percebe no cotidiano das instituições brasileiras de ensino. Tem-se o espaço, mas não se tem os livros; ou têm-se o espaço e os livros, mas não se têm propostas didáticas que aproximem os alunos dos livros e despertem neles o interesse pela leitura.  Diante deste problema, esta pesquisa pressupõe que uma biblioteca bem estruturada, com acervo atualizado e propostas didáticas bem definidas de incentivo à leitura pode colaborar significativamente com a formação de leitores nas escolas. Assim, a pesquisa tem como finalidade revitalizar a biblioteca da escola de ensino fundamental A Mão Cooperadora, localizada no município de Itaituba-PA, com o objetivo de verificar se houve ampliação na formação de alunos leitores e quais os benefícios resultantes desse contato com a leitura através da biblioteca. Este estudo é de natureza interpretativa e interventiva e constitui-se de três fases fundamentais: exploratória, trabalho de campo e análise do material, e se sustenta principalmente nos estudos de Britto (2012; 2015), Candido (2011), Silva (1984; 1993), Santos (2016), Bértolo (2014), Milanesi (2013) e Todorov (2014). A produção e análise dos dados valeram-se dos procedimentos da pesquisa qualitativa, por meio dos seguintes instrumentos: caderno de notas, registros de imagens, questionários e entrevistas. A pesquisa está vinculada ao Programa de Mestrado Profissional em Letras – Profletras, da Universidade Federal do Oeste do Pará – Ufopa e teve como produto final a Biblioteca Willian Gabriel com um acervo de três mil livros, em sua maioria literário. Os resultados da pesquisa revelaram significativa ampliação da frequência da comunidade e dos alunos do ensino fundamental, menor e maior, na biblioteca, desenvolvimento das habilidades de leitura e compreensão de textos, bem como melhora na interação e humanização dos estudantes.

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  • ROSILENE DE ARAÚJO FARIAS
  • O PROTAGONISMO DA BIBLIOTECA ESCOLAR: Ratificando (ou não) a importância do espaço para a promoção da cultura letrada

  • Orientador : ZAIR HENRIQUE SANTOS
  • Data: 30/11/2019
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  • O ambiente escolar possui um espaço que deveria ser privilegiado para a formação do leitor. Infelizmente, não é o que se percebe no cotidiano das instituições brasileiras de ensino. Tem-se o espaço, mas não se tem os livros; ou têm-se o espaço e os livros, mas não se têm propostas didáticas que aproximem os alunos dos livros e despertem neles o interesse pela leitura.  Diante deste problema, esta pesquisa pressupõe que uma biblioteca bem estruturada, com acervo atualizado e propostas didáticas bem definidas de incentivo à leitura pode colaborar significativamente com a formação de leitores nas escolas. Assim, a pesquisa tem como finalidade revitalizar a biblioteca da escola de ensino fundamental A Mão Cooperadora, localizada no município de Itaituba-PA, com o objetivo de verificar se houve ampliação na formação de alunos leitores e quais os benefícios resultantes desse contato com a leitura através da biblioteca. Este estudo é de natureza interpretativa e interventiva e constitui-se de três fases fundamentais: exploratória, trabalho de campo e análise do material, e se sustenta principalmente nos estudos de Britto (2012; 2015), Candido (2011), Silva (1984; 1993), Santos (2016), Bértolo (2014), Milanesi (2013) e Todorov (2014). A produção e análise dos dados valeram-se dos procedimentos da pesquisa qualitativa, por meio dos seguintes instrumentos: caderno de notas, registros de imagens, questionários e entrevistas. A pesquisa está vinculada ao Programa de Mestrado Profissional em Letras – Profletras, da Universidade Federal do Oeste do Pará – Ufopa e teve como produto final a Biblioteca Willian Gabriel com um acervo de três mil livros, em sua maioria literário. Os resultados da pesquisa revelaram significativa ampliação da frequência da comunidade e dos alunos do ensino fundamental, menor e maior, na biblioteca, desenvolvimento das habilidades de leitura e compreensão de textos, bem como melhora na interação e humanização dos estudantes.

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  • ADALZINDA PINTO ARAÚJO
  • GÊNEROS E ATIVIDADES DIDÁTICAS INTEGRADAS (ADIs): UMA PROPOSTA DE ENSINO NA CONCEPÇÃO DIALÓGICA DE LINGUAGEM PARA O ENSINO FUNDAMENTAL II

  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 09/12/2019
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  • A presente pesquisa surgiu de uma inquietação minha como professora-pesquisadora no ambiente de ensino – as dificuldades apresentadas pelos alunos para expressar de forma fundamentada, por meio dos gêneros discursivos escritos e/ou orais públicos. Com intuito de contribuir para o fortalecimento do ensino de língua portuguesa e a aprendizagem significativa dos alunos tem-se como objeto desse estudo, a proposta de ensino Atividades Didáticas Integradas (ADIs) elaborada por Moura (2017), que integra os espaços de linguagem oralidade, leitura, escrita e reflexão linguística contidos nos gêneros discursivos. No aporte teórico apoio-me nos postulados de Bakhtin (2011, 2016, 2017); Volóchinov (2017); Vygotsky (2008, 2018) para a compreensão de linguagem, gênero discursivo, enunciado e dialogismo como elementos de interação entre sujeito-aluno, sujeito-professor e o objeto do conhecimento. Seguindo, considero os estudos de Moura (2016, 2017, 2018); Brait (2018); Faraco (2009); Rego (2012); Kleiman (1999,1995, 2008); Fiorin (2011); Marcuschi (1997, 2007, 2008) e Antunes (2016). O resultado desta pesquisa encontra-se compilado neste trabalho: no 1º capítulo, discuto a compreensão de linguagem, gênero discursivo e dialogismo entre sujeito-aluno, sujeito-professor e o objeto do conhecimento que gera aprendizagem com base no postulado dos referidos autores. No 2º capítulo, apresento uma reflexão sobre as ADIs, as suas características e perspectivas para a prática de ensino. No 3º capítulo, apresento a metodologia da pesquisa. Apoiada nos estudos de Thiollent (1986), a pesquisa-ação norteia a prática interventiva nas turmas de 6º ano de uma escola estadual, no interior do Amazonas. No 4º capítulo descrevo as atividades de intervenção pedagógica, assim como a análise e a interpretação dos resultados. Os dados analisados demonstram que ao integrar os espaços de linguagem aos temas que emergem dos gêneros discursivos, os alunos passam a interagir mais nas discussões. A reflexão linguística, a partir da produção escrita do aluno, reflete sobre o contexto de uso da língua. Nas considerações finais, apresento as principais situações detectadas no ambiente pesquisado e algumas proposições e indagações.

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  • EUCINEI JANETE COSTA COELHO DOS SANTOS
  • ATIVIDADES INTEGRADAS DE ORALIDADE, LEITURA, ESCRITA E REFLEXÃO LINGUÍSTICA: UMA PERSPECTIVA SÓCIOINTERACIONISTA E TEXTUAL DISCURSIVA

  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 09/12/2019
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  • Diante da realidade de um ensino aprendizagem de língua portuguesa, muitas vezes, reduzido aos conteúdos da gramática normativa, voltado a uma abordagem textual presa ao estudo de tipologias e a prática com gêneros discursivos priorizando, principalmente, a forma e, assim, desprezando os reais objetivos sociais da comunicação. Esta pesquisa objetiva investigar como uma prática pedagógica desenvolvida em aulas de língua portuguesa, por meio de atividades que integram oralidade, leitura, escrita e reflexão linguística, considerando a dinâmica existente entre os gêneros discursivos, contribui para ampliar a capacidade linguístico-discursiva dos estudantes. A fim de alcançar o objetivo proposto foi desenvolvida uma proposta de intervenção com uma turma de 8 º ano, nas aulas da Disciplina Língua Portuguesa da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Rio Tapajós, na cidade de Santarém- Pará. Esta proposta, baseada nas ADIs (Atividades Didáticas Integradas de Oralidade, Leitura, Escrita e Reflexão Linguística) postuladas por Moura (2017), visa um ensino aprendizagem integrado dessas práticas linguísticas, por meio de atividades, planejadas pelos docentes, que oportunizam aos estudantes exercer seu protagonismo e agência em um intenso contato com diferentes gêneros discursivos, inseridos nas práticas sociais do cotidiano e em situações de comunicação mais formais. Nesse contexto, foi utilizada a pesquisa-ação, discutida por Thiollent (1986), que considera a intervenção consciente dos pesquisadores e a contribuição efetiva dos participantes. A construção desta pesquisa busca embasar-se no princípio do dialogismo e da responsividade de Bakhtin, no interacionismo de Vigotsky e nos estudos de Marcuschi, Moura, Freire, Kleiman, Koch e Elias, Colomer & Camps, Rojo, Antunes, Soares e Bazerman sobre linguagem. A análise dos dados aponta o entrelaçamento entre as práticas de oralidade, leitura, escrita e reflexão linguística, propostas pelas ADIs, portanto, contribui, de maneira significativa, com a ampliação dos saberes já adquiridos pelos estudantes e agrega novos conhecimentos necessários para que consigam se comunicar efetivamente nos diferentes contextos sociais, além de dinamizar o ambiente escolar com o uso da língua em situações reais de comunicação.


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  • ANA DIANE PEREIRA VINHOTE
  • ATIVIDADES DIDÁTICAS INTEGRADAS (ADIs): UMA PROPOSTA PARA A AMPLIAÇÃO DA CAPACIDADE LINGUÍSTICO-DISCURSIVA DOS ALUNOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 10/12/2019
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  • Este trabalho desenvolveu-se a partir da inquietação com o fato de manter-se ainda na escola um modelo de ensino que torna os alunos passivos, que não veem utilidade naquilo que está sendo ensinado. Tem por objetivo contribuir para os estudos e ao ensino de língua portuguesa, a partir da investigação de que maneira atividades organizadas por meio de gêneros discursivos orais e escritos contribuem para a ampliação da capacidade linguístico-discursiva dos alunos com base na proposta das Atividades Didáticas Integradas (ADIs) à oralidade, leitura, escrita e reflexão linguística idealizada por Moura (2017) por meio de ações desenvolvidas com alunos do Ensino Fundamental, numa perspectiva interacionista e dialógica da língua. As bases teóricas que respaldam este trabalho são os pressupostos de Bakhtin (2011, 2013, 2016), Volóchinov (2017), Vygotsky (1998), e em estudos de pesquisadores como Marcuschi (2008, 2010a, 2010b), Kleiman (2007,2008, 2016), Moura (2017a, 2017b, 2018), Antunes (2003), entre outros, que fazem o estudo do ensino da língua levando em consideração a função interativa dela nas práticas sociais. A metodologia desenvolvida neste projeto é pesquisa qualitativa, caracterizada como pesquisa-ação, em que procura-se interpretar, compreender o objeto a ser estudado, uma forma de refletir sobre as atividades de ensino de língua portuguesa com base nas ADIs e como esse processo é recebido pelos alunos e professor. Assim, além de pesquisador, coloca-se também na perspectiva de professor. A descrição e análise dos dados ocorrem a partir da elaboração e desenvolvimento do projeto de intervenção realizado com alunos de 9º ano do Ensino Fundamental. Para isso, utiliza-se o diário de campo, gravações para registrar as ações, falas e situações ocorridas. A pesquisa aponta, a partir dos dados e resultados coletados, que a proposta das ADIs por meio dos gêneros discursivos proporciona o protagonismo do aluno em sala de aula, pois ele é incentivado a se pôr como sujeito do discurso, concordando ou discordando, na oralidade e na escrita, sendo que o professor assume o papel de agente de letramento, o que conduz à formação de sujeitos responsivos.

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  • ANA PAULA SANTOS BARBOSA PAIVA
  • Atividades Didáticas Integradas(ADIs): dialogismo entre gêneros discursivos para a produção da carta argumentativa de reclamação na EJA

  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 10/12/2019
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  • Esta pesquisa tem por objetivo mostrar que a proposta metodológica das Atividades Didáticas Integradas (ADIs), que é a integração entre as práticas de leitura, escrita, oralidade e reflexão linguística, baseada na teoria de Bakhtin e no Letramento, pode contribuir de forma efetiva e significativa para o ensino de gêneros discursivos de forma integrada para alunos adolescentes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), desenvolvendo a capacidade linguístico-discursiva-responsiva deles. A pesquisa parte de duas questões norteadoras: 1 – Como ensinar gêneros discursivos de forma integrada para alunos adolescentes da EJA provenientes de contexto tradicional de ensino de língua portuguesa? 2 – As ADIs, por meio do dialogismo dos gêneros discursivos, podem ser uma possível metodologia de ensino de língua portuguesa para potencializar o ensino da oralidade, da leitura, da escrita e da reflexão linguística na EJA? Diante destes questionamentos que tanto me inquietam enquanto professora-pesquisadora, proponho um projeto de intervenção aos alunos da 4ª etapa da EJA, Ensino Fundamental, no qual desenvolvo as atividades de leitura, escrita, oralidade e reflexão linguística por meio das ADIs a fim de alcançar o objetivo proposto desta pesquisa. A modalidade escolhida justifica-se porque precisa de metodologias diferenciadas do ensino tradicional de língua portuguesa e que tenham compromisso político com o aprendizado dos alunos durante toda a vida, haja vista que o ensino de língua portuguesa vem falhando em suas propostas metodológicas no que tange à leitura, à escrita, à oralidade e à reflexão linguística no ensino básico, em especial na EJA. As bases teóricas que respaldam este trabalho são Volóchinov (2017), Bakhtin (2011) e Street (2014). Seguindo esta mesma perspectiva teórica, faço um estudo sobre as postulações teórico-metodológicos de Moura (2016, 2017, 2018, 2019), que é o criador das ADIs, Kleiman (2002, 2008, 2016), Marcuschi (2008) e Rojo (2002). O corpus analisado de modo qualitativo e subjetivo consta de textos orais e escritos de alunos da 4ª etapa, turma “A”, bem como da professora pesquisada da escola de Ensino Fundamental Padre José de Anchieta, no município de Itaituba, oeste do Pará. A metodologia desta pesquisa pauta-se nos estudos de Thiollent (1986) e sua pesquisa-ação, por meio do desenvolvimento da proposta de ensino das ADIs na qual faço a integração de diversos gêneros discursivos: roda de conversa, vídeos, artigo científico, seminário, debate, comentário escrito, cartaz, talão de energia elétrica (ou fatura de energia elétrica), entrevista, reportagem oral e escrita, Lei Municipal nº 3.136/2017 (a qual trata da Contribuição de Iluminação Pública – CIP de Itaituba-Pará), carta argumentativa de reclamação e abaixo-assinado. Os resultados obtidos apontam que as ADIs podem contribuir de forma efetiva e significativa para o ensino de gêneros discursivos de forma integrada desenvolvendo a capacidade linguístico-discursiva-responsiva dos alunos da EJA, ainda que esse desenvolvimento seja mínimo. A carta argumentativa de reclamação e o abaixo-assinado mostraram que o trabalho com a integração da leitura, oralidade, escrita e, em especial, a reflexão linguística melhora significativamente o desempenho linguístico-discursivo dos alunos. Além disso, as ADIs são uma possível metodologia de ensino de língua portuguesa que podem potencializar o ensino da oralidade, leitura, escrita e reflexão linguística, sem cair no ensino tradicionalista da gramática normativa.

     


2018
Dissertações
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  • AUXILIADOR JAIRO DE SOUSA
  • PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA MEDIADAS PELO HIPERTEXTO
  • Orientador : ANDREI SANTOS DE MORAIS
  • Data: 21/02/2018
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  • Este trabalho é uma reflexão sobre leitura e escrita mediadas pelo hipertexto na web e seu uso como prática pedagógica educacional. Os caminhos metodológicos da pesquisa foram basicamente de análise da fortuna crítica sobre o tema, leitura de livros, artigos, reportagens e entrevistas em mídias digitais com pesquisadores da área, análise de documentos como Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa – Ensino Fundamental, Matrizes Curriculares do município de Vitória do Xingu e Livros Didáticos, para a construção de uma proposta didático-metodológica que contribua para a formação de um leitor crítico na cibercultura. É objetivo deste trabalho contextualizar educação na Era Digital; discutir a relação professor – estudante – escola em tempos da cibercultura; reconhecer a importância da inserção dos gêneros emergentes nos ambientes virtuais como prática de ensino de leitura e escrita nas aulas de Língua Portuguesa; discutir o conceito de hipertexto, sua pluritextualidade ou multissemiose como peculiaridade e sua presença nas novas tecnologias digitais e; por fim, elaborar uma proposta didáticometodológica para trabalhar com o hipertexto no ensino de leitura e escrita por meio do gênero reportagem, nas mídias digitais. Proposta que pretende trabalhar com turmas de novo ano do ensino fundamental a leitura e a escrita na web, os estudantes serão desafiados a navegarem, a lerem e a escreverem de uma forma mais colaborativa e interativa. Explorando o mundo da leitura e da escrita como processos discursivos e interativos. Dada à importância da temática, a proposta didático-metodológica construída será produto de reflexões e desdobramentos futuros.
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  • AUXILIADOR JAIRO DE SOUSA
  • PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA MEDIADAS PELO HIPERTEXTO
  • Orientador : ANDREI SANTOS DE MORAIS
  • Data: 21/02/2018
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  • Este trabalho é uma reflexão sobre leitura e escrita mediadas pelo hipertexto na web e seu uso como prática pedagógica educacional. Os caminhos metodológicos da pesquisa foram basicamente de análise da fortuna crítica sobre o tema, leitura de livros, artigos, reportagens e entrevistas em mídias digitais com pesquisadores da área, análise de documentos como Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa – Ensino Fundamental, Matrizes Curriculares do município de Vitória do Xingu e Livros Didáticos, para a construção de uma proposta didático-metodológica que contribua para a formação de um leitor crítico na cibercultura. É objetivo deste trabalho contextualizar educação na Era Digital; discutir a relação professor – estudante – escola em tempos da cibercultura; reconhecer a importância da inserção dos gêneros emergentes nos ambientes virtuais como prática de ensino de leitura e escrita nas aulas de Língua Portuguesa; discutir o conceito de hipertexto, sua pluritextualidade ou multissemiose como peculiaridade e sua presença nas novas tecnologias digitais e; por fim, elaborar uma proposta didáticometodológica para trabalhar com o hipertexto no ensino de leitura e escrita por meio do gênero reportagem, nas mídias digitais. Proposta que pretende trabalhar com turmas de novo ano do ensino fundamental a leitura e a escrita na web, os estudantes serão desafiados a navegarem, a lerem e a escreverem de uma forma mais colaborativa e interativa. Explorando o mundo da leitura e da escrita como processos discursivos e interativos. Dada à importância da temática, a proposta didático-metodológica construída será produto de reflexões e desdobramentos futuros.
3
  • JOSÉ ODILEY AZEVEDO DOS REIS
  • A cultura amazônica como conteúdo de ensino nas aulas de línguas portuguesa: uma proposta de ensino para o 8º do ensino fundamental.
  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 21/02/2018
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  • Este trabalho constitui uma proposta de ensino que consiste na utilização das narrativas amazônicas como conteúdo pedagógico para o trabalho nas salas de aulas do Ensino Fundamental II, no Município de juruti - pá, em atividades de leitura e produção de textos orais e/ou escritos e analise linguística. Aqui, entenderemos a língua como um fenômeno dialógico, ideológico e heterogêneo, resultante da interação social entre os indivíduos. O reconto dessas histórias, em sala de aula, pelos alunos traz à tona questões inerentes à formação do povo amazônida como: meio ambiente, preconceitos diversos e outros temas que são de relevante importância para o debate e a construção da cidadania de nossos alunos. Estas narrativas servem de movimento de resistência sociocultural de nossa Região na luta por mais espaço e emancipação. É sabido por todos aqueles que atuam no processo de ensino-aprendizagem da Região Amazônica que os valores e costumes priorizados no seio da escola são os dos grandes centros. As informações inerentes a nossa cultura e os hábitos do nosso povo não estão incorporados as práticas pedagógicas escolares, por isso, a escolha de trabalhar com as narrativas do imaginário amazônico, que serve de elo entre o contexto social dos alunos e as atividades escolares. As atividades desta intervenção estão elaboradas dentro do contexto dos mais diversos gêneros do discurso que fazem parte do dia a dia dos alunos. O referencial teórico que norteia essa pesquisa, possui autores que discutem a linguagem dentro de suas questões de uso e práticas, de forma dialógica e interacional, como: Antunes (2012), Vygotsky (1999); Dolz & Schneuwly (2004) e Marcuschi (2010) e outros autores que versam sobre a cultura e folclore brasileiro.
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  • JOSÉ ODILEY AZEVEDO DOS REIS
  • A cultura amazônica como conteúdo de ensino nas aulas de línguas portuguesa: uma proposta de ensino para o 8º do ensino fundamental.
  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 21/02/2018
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  • Este trabalho constitui uma proposta de ensino que consiste na utilização das narrativas amazônicas como conteúdo pedagógico para o trabalho nas salas de aulas do Ensino Fundamental II, no Município de juruti - pá, em atividades de leitura e produção de textos orais e/ou escritos e analise linguística. Aqui, entenderemos a língua como um fenômeno dialógico, ideológico e heterogêneo, resultante da interação social entre os indivíduos. O reconto dessas histórias, em sala de aula, pelos alunos traz à tona questões inerentes à formação do povo amazônida como: meio ambiente, preconceitos diversos e outros temas que são de relevante importância para o debate e a construção da cidadania de nossos alunos. Estas narrativas servem de movimento de resistência sociocultural de nossa Região na luta por mais espaço e emancipação. É sabido por todos aqueles que atuam no processo de ensino-aprendizagem da Região Amazônica que os valores e costumes priorizados no seio da escola são os dos grandes centros. As informações inerentes a nossa cultura e os hábitos do nosso povo não estão incorporados as práticas pedagógicas escolares, por isso, a escolha de trabalhar com as narrativas do imaginário amazônico, que serve de elo entre o contexto social dos alunos e as atividades escolares. As atividades desta intervenção estão elaboradas dentro do contexto dos mais diversos gêneros do discurso que fazem parte do dia a dia dos alunos. O referencial teórico que norteia essa pesquisa, possui autores que discutem a linguagem dentro de suas questões de uso e práticas, de forma dialógica e interacional, como: Antunes (2012), Vygotsky (1999); Dolz & Schneuwly (2004) e Marcuschi (2010) e outros autores que versam sobre a cultura e folclore brasileiro.
5
  • AELME MENEZES DE ARAÚJO
  • LEITURA DIGITAL: Perspectivas e possibilidades aplicadas em uma turma do 7º ano da EMEF Octacílio Lino através do WhatsApp
  • Orientador : ANDREI SANTOS DE MORAIS
  • Data: 31/08/2018
  • Mostrar Resumo
  • Este trabalho propõe estudos sobre o letramento digital, aplicável a turmas do Ensino Fundamental, através do aplicativo WhatsApp, do ciberespaço e do hipertexto, onde, atualmente boa parte de nossas leituras se realizam, enfatizando-se a leitura na Internet, seus aspectos, suas modalidades e possibilidades como alternativa de letramento. Para tanto, apresentamos uma abordagem didático-metodológica, envolvendo o uso de sites de leitura on-line e redes sociais, buscando novos métodos para o trabalho do professor em seu dia a dia em sala de aula. O estudo busca conscientizar, tanto discentes quanto docentes, através de informações, artigos e uma experiência prática em uma turma do 7º ano, que a utilização de novas tecnologias que surgem da interação entre o homem e a máquina pode melhorar o rendimento escolar e possibilitar novas formas de aprendizagem. Para alcançar esses escopos, foram realizadas pesquisas de fundamentação teórica com autores como Kleiman (2013), Bakhtin (2011), Matencio (2006), Cosson (2009), Rojo (2012; 2013), Solé (1998). Os resultados indicam que o aplicativo WhatsApp pode ser uma excelente ferramenta para o incentivo da leitura e da produção de textos multimodais.
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  • AELME MENEZES DE ARAÚJO
  • LEITURA DIGITAL: Perspectivas e possibilidades aplicadas em uma turma do 7º ano da EMEF Octacílio Lino através do WhatsApp
  • Orientador : ANDREI SANTOS DE MORAIS
  • Data: 31/08/2018
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  • Este trabalho propõe estudos sobre o letramento digital, aplicável a turmas do Ensino Fundamental, através do aplicativo WhatsApp, do ciberespaço e do hipertexto, onde, atualmente boa parte de nossas leituras se realizam, enfatizando-se a leitura na Internet, seus aspectos, suas modalidades e possibilidades como alternativa de letramento. Para tanto, apresentamos uma abordagem didático-metodológica, envolvendo o uso de sites de leitura on-line e redes sociais, buscando novos métodos para o trabalho do professor em seu dia a dia em sala de aula. O estudo busca conscientizar, tanto discentes quanto docentes, através de informações, artigos e uma experiência prática em uma turma do 7º ano, que a utilização de novas tecnologias que surgem da interação entre o homem e a máquina pode melhorar o rendimento escolar e possibilitar novas formas de aprendizagem. Para alcançar esses escopos, foram realizadas pesquisas de fundamentação teórica com autores como Kleiman (2013), Bakhtin (2011), Matencio (2006), Cosson (2009), Rojo (2012; 2013), Solé (1998). Os resultados indicam que o aplicativo WhatsApp pode ser uma excelente ferramenta para o incentivo da leitura e da produção de textos multimodais.
7
  • ALESSANDRA MARIA DE MESQUITA
  • Leitura e biblioteca escolar: uma proposta de levar a ler em "lugares distantes"

  • Orientador : ZAIR HENRIQUE SANTOS
  • Data: 04/12/2018
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  • Este trabalho tem como tema: Leitura e biblioteca escolar: uma proposta de levar a ler em “lugares distantes”. Está vinculado ao Programa de Mestrado Profissional em Letras –Profletras, ao Grupo de Estudos Leitura e Intervenção em Literatura Infantil e juvenil na Escola – Lelit, da Universidade Federal do Oeste do Pará – Ufopa – e segue a linha de pesquisa Literatura infantil, literatura e educação, formação de leitor. O objetivo deste é estudar as (im)possibilidades de formar leitores a partir da organização de uma biblioteca escolar. A metodologia adotada consiste em pesquisa de intervenção com a organização de uma biblioteca na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Rosália Simões Barbosa, Monte Alegre-PA e o desenvolvimento de atividades de leitura. O estudo iniciou no primeiro semestre de 2017 e se estendeu até 2018, mas pretendo continuar observando se a escola dará continuidade às ações de levar a ler. A base teórica é: Britto (2012, 2015), Candido (2011), Silva (1984, 1993), Santos (2016), Bértolo (2014) e Saviani e Duarte (2010). Os resultados apontam que houve um entusiasmo da escola em utilizar a biblioteca escolar organizada e realizar atividades de leitura com os alunos. Contudo, não alcançou uma proposta mais sólida de todo o corpo docente. Algumas ações desenvolvidas foram contínuas, mas não coletivas.

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  • ALESSANDRA MARIA DE MESQUITA
  • Leitura e biblioteca escolar: uma proposta de levar a ler em "lugares distantes"

  • Orientador : ZAIR HENRIQUE SANTOS
  • Data: 04/12/2018
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  • Este trabalho tem como tema: Leitura e biblioteca escolar: uma proposta de levar a ler em “lugares distantes”. Está vinculado ao Programa de Mestrado Profissional em Letras –Profletras, ao Grupo de Estudos Leitura e Intervenção em Literatura Infantil e juvenil na Escola – Lelit, da Universidade Federal do Oeste do Pará – Ufopa – e segue a linha de pesquisa Literatura infantil, literatura e educação, formação de leitor. O objetivo deste é estudar as (im)possibilidades de formar leitores a partir da organização de uma biblioteca escolar. A metodologia adotada consiste em pesquisa de intervenção com a organização de uma biblioteca na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Rosália Simões Barbosa, Monte Alegre-PA e o desenvolvimento de atividades de leitura. O estudo iniciou no primeiro semestre de 2017 e se estendeu até 2018, mas pretendo continuar observando se a escola dará continuidade às ações de levar a ler. A base teórica é: Britto (2012, 2015), Candido (2011), Silva (1984, 1993), Santos (2016), Bértolo (2014) e Saviani e Duarte (2010). Os resultados apontam que houve um entusiasmo da escola em utilizar a biblioteca escolar organizada e realizar atividades de leitura com os alunos. Contudo, não alcançou uma proposta mais sólida de todo o corpo docente. Algumas ações desenvolvidas foram contínuas, mas não coletivas.

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  • RAIMUNDO EDIVANDRO ALVES DE VASCONCELOS
  • Para além do espaço de leitura: criação e reflexão das possibilidades de ler (literatura) em uma escola rural do município de Monte Alegre.

  • Orientador : ZAIR HENRIQUE SANTOS
  • Data: 04/12/2018
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  • A presente pesquisa “Para além do espaço de leitura: criação, e reflexão das possibilidades de ler literatura em uma escola rural do município de Monte Alegre” visa à investigação de possíveis transformações culturais advindas da criação de espaços e ações de levar a ler literatura em escola rural, refletindo sobre as condições e limites para formação do leitor. O estudo está sendo desenvolvido no âmbito do Programa de Mestrado Profissional em Letras- PROFLETRAS e é emergente de uma pesquisa anterior desenvolvida por Zair Santos (2016) em algumas escolas de municípios do interior da Amazônia. Busca-se entender, dentre outros aspectos, quais as possibilidades (condições e limites) de formação de leitor em escola rural, por meio da criação de espaços e ações de levar a ler literatura, numa atitude coletiva e participativa? Além do mais, interessa-se em saber por que uma escola com quase mil alunos e um corpo docente com boa formação acadêmica não dispõe de biblioteca e nem de programa regular de leitura literária? A metodologia investigativa adotada é a pesquisa-ação, de acordo com a concepção de David Tripp (2005), e pretende promover uma possível transformação da realidade escolar e social, fazendo com que os participantes tornem-se co-autores e sujeitos ativos na construção do conhecimento que será produzido concomitantemente ao momento da intervenção. Alguns instrumentos utilizados para constituição do corpus são: observação, entrevista, palestras, memórias, relatos orais, etc. Como suportes teóricos são utilizados: Silva (1991, 2004, 2009), Britto (2003, 2015), Lajolo (2004, 2009), Zilberman (2009), Santos (2016), além de artigos, dissertações e teses que dialogam com o tema.

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  • RAIMUNDO EDIVANDRO ALVES DE VASCONCELOS
  • Para além do espaço de leitura: criação e reflexão das possibilidades de ler (literatura) em uma escola rural do município de Monte Alegre.

  • Orientador : ZAIR HENRIQUE SANTOS
  • Data: 04/12/2018
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  • A presente pesquisa “Para além do espaço de leitura: criação, e reflexão das possibilidades de ler literatura em uma escola rural do município de Monte Alegre” visa à investigação de possíveis transformações culturais advindas da criação de espaços e ações de levar a ler literatura em escola rural, refletindo sobre as condições e limites para formação do leitor. O estudo está sendo desenvolvido no âmbito do Programa de Mestrado Profissional em Letras- PROFLETRAS e é emergente de uma pesquisa anterior desenvolvida por Zair Santos (2016) em algumas escolas de municípios do interior da Amazônia. Busca-se entender, dentre outros aspectos, quais as possibilidades (condições e limites) de formação de leitor em escola rural, por meio da criação de espaços e ações de levar a ler literatura, numa atitude coletiva e participativa? Além do mais, interessa-se em saber por que uma escola com quase mil alunos e um corpo docente com boa formação acadêmica não dispõe de biblioteca e nem de programa regular de leitura literária? A metodologia investigativa adotada é a pesquisa-ação, de acordo com a concepção de David Tripp (2005), e pretende promover uma possível transformação da realidade escolar e social, fazendo com que os participantes tornem-se co-autores e sujeitos ativos na construção do conhecimento que será produzido concomitantemente ao momento da intervenção. Alguns instrumentos utilizados para constituição do corpus são: observação, entrevista, palestras, memórias, relatos orais, etc. Como suportes teóricos são utilizados: Silva (1991, 2004, 2009), Britto (2003, 2015), Lajolo (2004, 2009), Zilberman (2009), Santos (2016), além de artigos, dissertações e teses que dialogam com o tema.

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  • DANILMA PAIVA DE SOUZA
  • A Sequência Didática como recurso metodológico no ensino de Língua materna a partir das proposições das Olimpíadas de Língua Portuguesa

  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 05/12/2018
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  • EEste trabalho está vinculado ao Grupo de Estudo Pesquisa e Intervenção em Leitura, Escrita e Literatura na escola – LELIT e ao Programa de Mestrado Profissional em Letras – Profletras. Objetiva analisar, a partir de Sequências Didáticas produzidas por professores de Língua Portuguesa no âmbito da OLP, que concepções de ensino de língua têm servido de base para o ensino de Português na escola; o que se entende por sequência didática e quais as implicações para seu ensino/aprendizagem. Para isso, constituímos um corpus de doze propostas de sequência didática produzidas por professores da educação básica, disponibilizadas na web em ambientes externos e internos ao Portal Escrevendo o Futuro, propostas que visam ao ensino de gêneros circunscritos à OLP, considerando que esta tem servido de significativo referencial para as aulas de Língua Portuguesa nas escolas públicas brasileiras. Encontramos nestas propostas a intenção de discutir uma nova visão para as práticas de ensino de LP; com isso, trazemos para compor este cenário de possibilidades, as propostas de ensino a partir do texto e as que tem o gênero como objeto de ensino. Estudamos ainda os conceitos defendidos pela equipe de Didática de Línguas da Escola de Genebra na proposição das Sequencias Didáticas, que tem em Joaquim Dolz e Bernard Schneuwly seus principais representantes, bem como trabalhos que resultam da adaptação do modelo de SD para a realidade educativa brasileira. Os resultados revelam divergências entre o modelo original das SDs e as propostas produzidas por muitos professores.

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  • DANILMA PAIVA DE SOUZA
  • A Sequência Didática como recurso metodológico no ensino de Língua materna a partir das proposições das Olimpíadas de Língua Portuguesa

  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 05/12/2018
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  • EEste trabalho está vinculado ao Grupo de Estudo Pesquisa e Intervenção em Leitura, Escrita e Literatura na escola – LELIT e ao Programa de Mestrado Profissional em Letras – Profletras. Objetiva analisar, a partir de Sequências Didáticas produzidas por professores de Língua Portuguesa no âmbito da OLP, que concepções de ensino de língua têm servido de base para o ensino de Português na escola; o que se entende por sequência didática e quais as implicações para seu ensino/aprendizagem. Para isso, constituímos um corpus de doze propostas de sequência didática produzidas por professores da educação básica, disponibilizadas na web em ambientes externos e internos ao Portal Escrevendo o Futuro, propostas que visam ao ensino de gêneros circunscritos à OLP, considerando que esta tem servido de significativo referencial para as aulas de Língua Portuguesa nas escolas públicas brasileiras. Encontramos nestas propostas a intenção de discutir uma nova visão para as práticas de ensino de LP; com isso, trazemos para compor este cenário de possibilidades, as propostas de ensino a partir do texto e as que tem o gênero como objeto de ensino. Estudamos ainda os conceitos defendidos pela equipe de Didática de Línguas da Escola de Genebra na proposição das Sequencias Didáticas, que tem em Joaquim Dolz e Bernard Schneuwly seus principais representantes, bem como trabalhos que resultam da adaptação do modelo de SD para a realidade educativa brasileira. Os resultados revelam divergências entre o modelo original das SDs e as propostas produzidas por muitos professores.

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  • JAX MARA DE JESUS QUEIROZ
  • ENSINO DE LÍNGUA EM USO: DISCUTINDO VARIAÇÃO LINGUÍSTICA

  • Orientador : EDIENE PENA FERREIRA
  • Data: 05/12/2018
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  • Esta dissertação, que discute a língua em uso, faz parte de um trabalho realizado com alunos do 9ª ano, da escola Marechal Rondon, incluída na rede municipal de ensino do Município de Itaituba-PA. Como suporte da pesquisa aplicou-se projeto interventivo, elaborado pela pesquisadora Marinho (2017). O objetivo central da nossa pesquisa é verificar em que medida a aplicação de uma proposta interventiva que considere o aluno como agente de seu conhecimento e a variação como fenômeno natural nas línguas sem viés normatizador, contribui para o ensino mais produtivo de língua. Nossa pesquisa se organiza em duas etapas: teórica e prática. Na etapa teórica, os alunos, pesquisadores iniciantes, participaram de quatro encontros temáticos, a saber: De onde vem a língua que falamos?, Ser brasileiro é falar português?, A variação linguística, A linguagem paraense. Na etapa prática, os alunos pesquisadores foram a campo, sob minha mediação, realizaram visitas à feira, a um espaço destinado para atividades dos idosos, à Associação dos Garimpeiros, a Museu e à Câmara Municipal dos Vereadores de Itaituba. Os alunos pesquisadores realizaram entrevistas com os informantes, as quais foram gravadas para que se realizassem as transcrições. O resultado da pesquisa de campo foi discutido com os alunos no decorrer das rodas de conversas e registrado nos diários de bordo de cada aluno, assim como em nosso caderno de atividades (produto-didático). As observações, tanto dos alunos quanto minhas, deram suporte às análises presentes nesta dissertação. No momento final da nossa intervenção constatamos mudanças no “comportamento linguístico” dos alunos, consequência do que vivenciaram durante as etapas da pesquisa. Os registros, nos diários de bordo, diagnosticaram não somente o reconhecimento do fenômeno da variação como constituinte da língua, mas também respeito diante das formas linguísticas estigmatizadas pela classe privilegiada. Esse novo olhar dos alunos pesquisadores equivale a um passo relevante que ratifica a necessidade de mudança para que se tenha um ensino mais produtivo de língua.

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  • JAX MARA DE JESUS QUEIROZ
  • ENSINO DE LÍNGUA EM USO: DISCUTINDO VARIAÇÃO LINGUÍSTICA

  • Orientador : EDIENE PENA FERREIRA
  • Data: 05/12/2018
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  • Esta dissertação, que discute a língua em uso, faz parte de um trabalho realizado com alunos do 9ª ano, da escola Marechal Rondon, incluída na rede municipal de ensino do Município de Itaituba-PA. Como suporte da pesquisa aplicou-se projeto interventivo, elaborado pela pesquisadora Marinho (2017). O objetivo central da nossa pesquisa é verificar em que medida a aplicação de uma proposta interventiva que considere o aluno como agente de seu conhecimento e a variação como fenômeno natural nas línguas sem viés normatizador, contribui para o ensino mais produtivo de língua. Nossa pesquisa se organiza em duas etapas: teórica e prática. Na etapa teórica, os alunos, pesquisadores iniciantes, participaram de quatro encontros temáticos, a saber: De onde vem a língua que falamos?, Ser brasileiro é falar português?, A variação linguística, A linguagem paraense. Na etapa prática, os alunos pesquisadores foram a campo, sob minha mediação, realizaram visitas à feira, a um espaço destinado para atividades dos idosos, à Associação dos Garimpeiros, a Museu e à Câmara Municipal dos Vereadores de Itaituba. Os alunos pesquisadores realizaram entrevistas com os informantes, as quais foram gravadas para que se realizassem as transcrições. O resultado da pesquisa de campo foi discutido com os alunos no decorrer das rodas de conversas e registrado nos diários de bordo de cada aluno, assim como em nosso caderno de atividades (produto-didático). As observações, tanto dos alunos quanto minhas, deram suporte às análises presentes nesta dissertação. No momento final da nossa intervenção constatamos mudanças no “comportamento linguístico” dos alunos, consequência do que vivenciaram durante as etapas da pesquisa. Os registros, nos diários de bordo, diagnosticaram não somente o reconhecimento do fenômeno da variação como constituinte da língua, mas também respeito diante das formas linguísticas estigmatizadas pela classe privilegiada. Esse novo olhar dos alunos pesquisadores equivale a um passo relevante que ratifica a necessidade de mudança para que se tenha um ensino mais produtivo de língua.

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  • ROBSON DAVID DE JESUS NERES
  • GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO: DIDATIZAÇÃO DE GÊNEROS DO ARGUMENTAR A PARTIR DAS ADI – ATIVIDADES DIDÁTICAS INTEGRADAS

  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 05/12/2018
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  • Este trabalho, além de trazer reflexões acerca do ensino de língua portuguesa na escola, traz estudos sobre os gêneros textuais e seu ensino a partir das Atividades Didáticas Integradas-ADIs. Assumindo a linguagem como interação, bem como sua natureza dialógica, busco demonstrar que as ADIs, propostas por MOURA (2017), constituem alternativa significativa para melhor didatização dos gêneros discursivos, através dos estudos que conceituam e caracterizam os gêneros; do conceito e estrutura organizacional das Atividades Didáticas Integradas e de análise de dados coletados de um projeto de intervenção, aplicado para uma turma de 8º ano do Ensino Fundamental de uma escola localizada na zona urbana do Município de Parintins, interior do Estado do Amazonas. A fundamentação teórica desta pesquisa se vale de BAKHTIN (2014, 2016, 2017), importante teórico para o entendimento da língua(gem) e, consequentemente, da argumentação, leitura, escrita e reflexão linguística. Subsidiariamente, teço reflexões acerca dos estudos de autores que se pautam na teoria Bakhtiniana da linguagem e ajudam na melhor compreensão e conceituação das Atividades Didáticas Integradas. Dentre os quais, destaco: Moura (2016, 2017, 2018), Antunes (2003,2009), Kock (1987,1997), Geraldi (,1997, 2012), Wachowicz (2012) e Ribeiro (2009). Os dados coletados nesta pesquisa foram obtidos por meio das observações e gravações de áudios feitas por mim durante a aplicação do projeto de intervenção. Este projeto, admitido como método desta pesquisa-participante, me forneceu a possibilidade de interagir com o público-alvo e criticar minha atuação, enquanto docente, de modo a propiciar reflexões sobre as dificuldades, enfrentamentos, práticas bem-sucedidas e também aquelas não exitosas. A partir da análise dos dados coletados, pude concluir que a proposta das Atividades Didáticas Integradas é uma ferramenta didática capaz de auxiliar significativamente o ensino de língua portuguesa, no Ensino Fundamental, à medida que concebe o dialogismo dos gêneros discursivos e opera o ensino dos eixos: oralidade, leitura, escrita e análise linguística ciclicamente, propondo a ruptura do ensino sequenciado desses eixos, o que auxilia na formação de sujeitos responsivos-ativo.

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  • ROBSON DAVID DE JESUS NERES
  • GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO: DIDATIZAÇÃO DE GÊNEROS DO ARGUMENTAR A PARTIR DAS ADI – ATIVIDADES DIDÁTICAS INTEGRADAS

  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 05/12/2018
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  • Este trabalho, além de trazer reflexões acerca do ensino de língua portuguesa na escola, traz estudos sobre os gêneros textuais e seu ensino a partir das Atividades Didáticas Integradas-ADIs. Assumindo a linguagem como interação, bem como sua natureza dialógica, busco demonstrar que as ADIs, propostas por MOURA (2017), constituem alternativa significativa para melhor didatização dos gêneros discursivos, através dos estudos que conceituam e caracterizam os gêneros; do conceito e estrutura organizacional das Atividades Didáticas Integradas e de análise de dados coletados de um projeto de intervenção, aplicado para uma turma de 8º ano do Ensino Fundamental de uma escola localizada na zona urbana do Município de Parintins, interior do Estado do Amazonas. A fundamentação teórica desta pesquisa se vale de BAKHTIN (2014, 2016, 2017), importante teórico para o entendimento da língua(gem) e, consequentemente, da argumentação, leitura, escrita e reflexão linguística. Subsidiariamente, teço reflexões acerca dos estudos de autores que se pautam na teoria Bakhtiniana da linguagem e ajudam na melhor compreensão e conceituação das Atividades Didáticas Integradas. Dentre os quais, destaco: Moura (2016, 2017, 2018), Antunes (2003,2009), Kock (1987,1997), Geraldi (,1997, 2012), Wachowicz (2012) e Ribeiro (2009). Os dados coletados nesta pesquisa foram obtidos por meio das observações e gravações de áudios feitas por mim durante a aplicação do projeto de intervenção. Este projeto, admitido como método desta pesquisa-participante, me forneceu a possibilidade de interagir com o público-alvo e criticar minha atuação, enquanto docente, de modo a propiciar reflexões sobre as dificuldades, enfrentamentos, práticas bem-sucedidas e também aquelas não exitosas. A partir da análise dos dados coletados, pude concluir que a proposta das Atividades Didáticas Integradas é uma ferramenta didática capaz de auxiliar significativamente o ensino de língua portuguesa, no Ensino Fundamental, à medida que concebe o dialogismo dos gêneros discursivos e opera o ensino dos eixos: oralidade, leitura, escrita e análise linguística ciclicamente, propondo a ruptura do ensino sequenciado desses eixos, o que auxilia na formação de sujeitos responsivos-ativo.

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  • ROSIANE MARIA DA SILVA COELHO
  • PROJETO COM ATIVIDADES DIDÁTICAS INTEGRADAS(ADIs): UMA PROPOSTA PARA O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL

  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 05/12/2018
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  • A necessidade de formar sujeitos que façam uso da língua portuguesa de forma reflexiva, criativa, crítica e consciente, seja na modalidade oral, seja na escrita não é apenas fundamental. É, sobretudo urgente. Precisamos ampliar os conhecimentos dos estudantes sobre a língua com a qual estabelecem comunicação com o outro, para, assim atuarem com criticidade, nas mais diversas situações interativas e em diferentes espaços sociais. Por isso, o ensino de L1 não deve limitar-se ao prescritivismos formal, em que, se utiliza o texto para única e, exclusivamente, realizar análise dos elementos linguísticos, porque atuando segundo essa concepção de ensino, estaremos anulando as possibilidades, acima de tudo, de formar sujeitos-cidadãos. Para além disso, a presente pesquisa tem como objetivo precípuo, já que consideramos importante o ensino de língua a partir dos gêneros textuais, apresentar, descrever, analisar e desenvolver um projeto didático com Atividades Didáticas Integradas (ADIs) de leitura, oralidade, escrita e análise linguística postuladas por Moura(2017), como uma alternativa para um ensino mais eficaz e significativo. O estudo foi desenvolvido com alunos de um projeto de aceleração paraense denominado MUNDIAR (Ensino Fundamental), em uma escola pública estadual, na cidade de Santarém. A metodologia utilizada foi a pesquisa - participativa, em que há a possibilidade de reflexão sobre a própria prática em sala de aula a fim de reconstruí-la. A pesquisa pauta-se nas postulações teóricas de BAKHTIN e em estudos de pesquisadores como MARCUSHI, KLEIMAN, ROJO, ANTUNES, GERALDI, MOURA entre outros que consideram a língua(gem) como atividade social, histórica e cognitiva. Verificou-se, a partir da análise dos dados, a importância do gênero textual como objeto de ensino, assim como, a da mediação pedagógica com um projeto composto por ADIs, pois a partir das atividades propostas, os estudantes construíram novos conhecimentos em relação à oralidade, à leitura, à produção escrita e à análise linguística, porque participaram de situações interativas de uso real da língua.

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  • ROSIANE MARIA DA SILVA COELHO
  • PROJETO COM ATIVIDADES DIDÁTICAS INTEGRADAS(ADIs): UMA PROPOSTA PARA O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL

  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 05/12/2018
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  • A necessidade de formar sujeitos que façam uso da língua portuguesa de forma reflexiva, criativa, crítica e consciente, seja na modalidade oral, seja na escrita não é apenas fundamental. É, sobretudo urgente. Precisamos ampliar os conhecimentos dos estudantes sobre a língua com a qual estabelecem comunicação com o outro, para, assim atuarem com criticidade, nas mais diversas situações interativas e em diferentes espaços sociais. Por isso, o ensino de L1 não deve limitar-se ao prescritivismos formal, em que, se utiliza o texto para única e, exclusivamente, realizar análise dos elementos linguísticos, porque atuando segundo essa concepção de ensino, estaremos anulando as possibilidades, acima de tudo, de formar sujeitos-cidadãos. Para além disso, a presente pesquisa tem como objetivo precípuo, já que consideramos importante o ensino de língua a partir dos gêneros textuais, apresentar, descrever, analisar e desenvolver um projeto didático com Atividades Didáticas Integradas (ADIs) de leitura, oralidade, escrita e análise linguística postuladas por Moura(2017), como uma alternativa para um ensino mais eficaz e significativo. O estudo foi desenvolvido com alunos de um projeto de aceleração paraense denominado MUNDIAR (Ensino Fundamental), em uma escola pública estadual, na cidade de Santarém. A metodologia utilizada foi a pesquisa - participativa, em que há a possibilidade de reflexão sobre a própria prática em sala de aula a fim de reconstruí-la. A pesquisa pauta-se nas postulações teóricas de BAKHTIN e em estudos de pesquisadores como MARCUSHI, KLEIMAN, ROJO, ANTUNES, GERALDI, MOURA entre outros que consideram a língua(gem) como atividade social, histórica e cognitiva. Verificou-se, a partir da análise dos dados, a importância do gênero textual como objeto de ensino, assim como, a da mediação pedagógica com um projeto composto por ADIs, pois a partir das atividades propostas, os estudantes construíram novos conhecimentos em relação à oralidade, à leitura, à produção escrita e à análise linguística, porque participaram de situações interativas de uso real da língua.

2017
Dissertações
1
  • OSÉIAS SOUSA DA SILVA
  • ESTRATÉGIAS DE LEITURA: ENSINANDO A FAZER INFERÊNCIAS
  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 16/05/2017
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  • Este trabalho foi elaborado com objetivo de estimular o desenvolvimento de habilidades de leitura, mais precisamente no que se refere aos aspectos relacionados ao potencial de realizar estratégias de inferências, por alunos do nono ano do ensino fundamental de uma escola pública de Santarém. E que não somente aprendam a inferir, mas que também passem a controlar e a dominar melhor, ou seja, a ter uma melhor percepção desse tipo de ação. Dados apresentados por órgãos nacionais, internacionais e, principalmente, aquelas atividades apresentadas pelo professor no cotidiano escolar comprovam a dificuldade dos alunos brasileiros, dentre os quais se situam os alunos da escola onde desenvolvemos o projeto, em compreender o texto escrito, mais precisamente quando a compreensão textual envolve as informações que estão implícitas nas quais é necessário recorrer a processos inferenciais. Pretendo, portanto, fazer com que por meio de um movimento sistemático e consciente por parte do leitor de, ao fazer a leitura, tomar consciência e valorizar o processo de inferência como uma forma de apropriação mais densa do texto de maneira consciente, em condições reais de aula, de maneira a promover o desenvolvimento de sua capacidade leitora pelo controle e uso das inferências em diferentes níveis. A classificação das inferências eleita para nortear a pesquisa foi a que propôs Gutiérrez-Calvo (1999), a saber, as inferências lógicas, as elaborativas e as avaliativas. O projeto de intervenção é essencialmente qualitativo e foi dividido em duas partes. Na primeira, tivemos o objetivo de ensinar aos alunos o que é inferência, partindo de exemplos do dia a dia, e para os exercícios utilizamos alguns gêneros textuais que por natureza pressupõem o uso de inferências para que seja compreendido, como por exemplo, a charge. Para o desenvolvimento da segunda parte da metodologia, desenvolvemos uma sequencia didática com intuito de fornecer subsídios para a produção de inferências na ultima etapa. Finalmente, foi escolhido um texto do gênero artigo de opinião de um livro didático em uso na escola, com um tema de interesse dos alunos de duas turmas do nono ano. Em seguida, as questões de compreensão textual, apresentadas no próprio livro, foram enquadradas nos três tipos de inferências acima descritos e para produzir uma inferência eficaz os alunos deveriam valer-se das pistas linguísticas apresentadas pelo texto, do seu conhecimento sobre o tema adquirido em etapas anteriores, da ação de operar conscientemente com o texto, além do auxílio do professor no desenvolvimento das estratégias de leitura. Dessa forma, a compreensão textual pode ser facilitada porque em consonância com o pensamento de Marcuschi (2008, p. 268) tal procedimento deixa de ser uma “atividade de garimpagem” e passa a ser “uma atividade reflexiva”.
2
  • OSÉIAS SOUSA DA SILVA
  • ESTRATÉGIAS DE LEITURA: ENSINANDO A FAZER INFERÊNCIAS
  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 16/05/2017
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  • Este trabalho foi elaborado com objetivo de estimular o desenvolvimento de habilidades de leitura, mais precisamente no que se refere aos aspectos relacionados ao potencial de realizar estratégias de inferências, por alunos do nono ano do ensino fundamental de uma escola pública de Santarém. E que não somente aprendam a inferir, mas que também passem a controlar e a dominar melhor, ou seja, a ter uma melhor percepção desse tipo de ação. Dados apresentados por órgãos nacionais, internacionais e, principalmente, aquelas atividades apresentadas pelo professor no cotidiano escolar comprovam a dificuldade dos alunos brasileiros, dentre os quais se situam os alunos da escola onde desenvolvemos o projeto, em compreender o texto escrito, mais precisamente quando a compreensão textual envolve as informações que estão implícitas nas quais é necessário recorrer a processos inferenciais. Pretendo, portanto, fazer com que por meio de um movimento sistemático e consciente por parte do leitor de, ao fazer a leitura, tomar consciência e valorizar o processo de inferência como uma forma de apropriação mais densa do texto de maneira consciente, em condições reais de aula, de maneira a promover o desenvolvimento de sua capacidade leitora pelo controle e uso das inferências em diferentes níveis. A classificação das inferências eleita para nortear a pesquisa foi a que propôs Gutiérrez-Calvo (1999), a saber, as inferências lógicas, as elaborativas e as avaliativas. O projeto de intervenção é essencialmente qualitativo e foi dividido em duas partes. Na primeira, tivemos o objetivo de ensinar aos alunos o que é inferência, partindo de exemplos do dia a dia, e para os exercícios utilizamos alguns gêneros textuais que por natureza pressupõem o uso de inferências para que seja compreendido, como por exemplo, a charge. Para o desenvolvimento da segunda parte da metodologia, desenvolvemos uma sequencia didática com intuito de fornecer subsídios para a produção de inferências na ultima etapa. Finalmente, foi escolhido um texto do gênero artigo de opinião de um livro didático em uso na escola, com um tema de interesse dos alunos de duas turmas do nono ano. Em seguida, as questões de compreensão textual, apresentadas no próprio livro, foram enquadradas nos três tipos de inferências acima descritos e para produzir uma inferência eficaz os alunos deveriam valer-se das pistas linguísticas apresentadas pelo texto, do seu conhecimento sobre o tema adquirido em etapas anteriores, da ação de operar conscientemente com o texto, além do auxílio do professor no desenvolvimento das estratégias de leitura. Dessa forma, a compreensão textual pode ser facilitada porque em consonância com o pensamento de Marcuschi (2008, p. 268) tal procedimento deixa de ser uma “atividade de garimpagem” e passa a ser “uma atividade reflexiva”.
3
  • JOSÉ GUILHERME COUTO SARRAZIN
  • Leitura, literatura e quadrinho: proposta pedagógica para aulas de Português, usando histórias em quadrinhos de clássicos da Literatura Brasileira, na Escola São Francisco – Óbidos – PA.
  • Orientador : ANA MARIA VIEIRA SILVA
  • Data: 19/05/2017
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  • O presente estudo está vinculado ao Programa de Mestrado Profissional em Letras, da Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA, na Linha de Pesquisa Leitura e Produção Textual: Diversidade Social e Prática Docente. Trata do tema Leitura de Histórias em Quadrinhos e traz como subtema Leitura, Literatura e Quadrinho: Proposta Pedagógica para Aulas de Português, usando Histórias em Quadrinhos Investiga o uso das Histórias em Quadrinhos como material pedagógico, em aulas de Língua Portuguesa, observando o trabalho da leitura no contexto escolar realizada pelos alunos, bem como a concepção conferida a esse gênero pelos docentes de Língua Portuguesa do ensino fundamental, para então propor possibilidades de intervenção pedagógica com a intenção de inovar o ensino de Língua Portuguesa, mediado pela leitura de quadrinhos. A pesquisa foi realizada sob o pressuposto teórico etnográfico escolar e pode ser considerada quanto ao seu objetivo como pesquisa exploratória, do tipo Estudo de Caso. A pesquisa foi realizada em uma escola pública de Ensino Fundamental, da esfera municipal de ensino, localizada no meio urbano, na cidade de Óbidos- PA. Os sujeitos participantes da pesquisa foram 01 professor de Língua Portuguesa e 32 alunos de uma turma do 9º Ano da manhã. Foram utilizados para a produção dos dados os seguintes instrumentos metodológicos: pesquisa bibliográfica e exploratória, observação participante e questionários semiestruturados. Durante a aplicação do projeto de intervenção, realizamos um estudo sobre quadrinhos e propomos a leitura da obra Dom Casmurro no formato original e em quadrinhos. Observamos que os alunos ficaram entusiasmados em participar deste trabalho. Após a análise dos dados e a aplicação do projeto de intervenção, a presente pesquisa revelou que as HQ podem ser consideradas como um valoroso material pedagógico, pois auxilia a conquista dos alunos no processo de leitura e no desenvolvimento de suas habilidades leitoras.
4
  • JOSÉ GUILHERME COUTO SARRAZIN
  • Leitura, literatura e quadrinho: proposta pedagógica para aulas de Português, usando histórias em quadrinhos de clássicos da Literatura Brasileira, na Escola São Francisco – Óbidos – PA.
  • Orientador : ANA MARIA VIEIRA SILVA
  • Data: 19/05/2017
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  • O presente estudo está vinculado ao Programa de Mestrado Profissional em Letras, da Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA, na Linha de Pesquisa Leitura e Produção Textual: Diversidade Social e Prática Docente. Trata do tema Leitura de Histórias em Quadrinhos e traz como subtema Leitura, Literatura e Quadrinho: Proposta Pedagógica para Aulas de Português, usando Histórias em Quadrinhos Investiga o uso das Histórias em Quadrinhos como material pedagógico, em aulas de Língua Portuguesa, observando o trabalho da leitura no contexto escolar realizada pelos alunos, bem como a concepção conferida a esse gênero pelos docentes de Língua Portuguesa do ensino fundamental, para então propor possibilidades de intervenção pedagógica com a intenção de inovar o ensino de Língua Portuguesa, mediado pela leitura de quadrinhos. A pesquisa foi realizada sob o pressuposto teórico etnográfico escolar e pode ser considerada quanto ao seu objetivo como pesquisa exploratória, do tipo Estudo de Caso. A pesquisa foi realizada em uma escola pública de Ensino Fundamental, da esfera municipal de ensino, localizada no meio urbano, na cidade de Óbidos- PA. Os sujeitos participantes da pesquisa foram 01 professor de Língua Portuguesa e 32 alunos de uma turma do 9º Ano da manhã. Foram utilizados para a produção dos dados os seguintes instrumentos metodológicos: pesquisa bibliográfica e exploratória, observação participante e questionários semiestruturados. Durante a aplicação do projeto de intervenção, realizamos um estudo sobre quadrinhos e propomos a leitura da obra Dom Casmurro no formato original e em quadrinhos. Observamos que os alunos ficaram entusiasmados em participar deste trabalho. Após a análise dos dados e a aplicação do projeto de intervenção, a presente pesquisa revelou que as HQ podem ser consideradas como um valoroso material pedagógico, pois auxilia a conquista dos alunos no processo de leitura e no desenvolvimento de suas habilidades leitoras.
5
  • CÉLIA MARIA NUNES DA SILVA
  • A escrita literária do ciberespaço na escola
  • Orientador : ANDREI SANTOS DE MORAIS
  • Data: 31/08/2017
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  • Essa pesquisa tem como foco o ensino de literatura no ensino fundamental. Seu objetivo principal é criar e aplicar uma proposta de integração do ensino de literatura com o ciberespaço. A realização dessa proposta constitui-se na aplicação de um questionário dirigido a turmas do 9º ano de uma escola pública, buscando avaliar, por meio de perguntas, a participação dos estudantes no ambiente virtual e qual a influência do ciberespaço na aprendizagem de literatura dos estudantes. Após a realização do questionário, os estudantes participaram de uma oficina de literatura, na oportunidade foi observado como eles compreendem, participam e produzem literatura no ciberespaço. A presente pesquisa tem base teórica nos autores Hans Robert Jauss, Paul de Man e Jonathan Culler, que discutem a relação entre autor, texto e leitor. E a partir desses conceitos buscamos aproximar literatura e tecnologia. Dentre suas importantes formulações e reflexões estão as Teorias da Recepção e a Teoria da Desconstrução. Ademais, foi igualmente utilizada como fundamentação teórica a relação entre sociedade, cultura e cibercultura tal como pensada por Santaella e Pierre Lévi.
6
  • CÉLIA MARIA NUNES DA SILVA
  • A escrita literária do ciberespaço na escola
  • Orientador : ANDREI SANTOS DE MORAIS
  • Data: 31/08/2017
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  • Essa pesquisa tem como foco o ensino de literatura no ensino fundamental. Seu objetivo principal é criar e aplicar uma proposta de integração do ensino de literatura com o ciberespaço. A realização dessa proposta constitui-se na aplicação de um questionário dirigido a turmas do 9º ano de uma escola pública, buscando avaliar, por meio de perguntas, a participação dos estudantes no ambiente virtual e qual a influência do ciberespaço na aprendizagem de literatura dos estudantes. Após a realização do questionário, os estudantes participaram de uma oficina de literatura, na oportunidade foi observado como eles compreendem, participam e produzem literatura no ciberespaço. A presente pesquisa tem base teórica nos autores Hans Robert Jauss, Paul de Man e Jonathan Culler, que discutem a relação entre autor, texto e leitor. E a partir desses conceitos buscamos aproximar literatura e tecnologia. Dentre suas importantes formulações e reflexões estão as Teorias da Recepção e a Teoria da Desconstrução. Ademais, foi igualmente utilizada como fundamentação teórica a relação entre sociedade, cultura e cibercultura tal como pensada por Santaella e Pierre Lévi.
7
  • IOLETE DOS SANTOS FERREIRA BARBOSA
  • Refacção Textual como recurso metodológico no ensino fundamental II: reflexões dialógicas entre texto, aluno(escritor/leitor) e o outro (colega) via análise linguística.
  • Orientador : ROBERTO DO NASCIMENTO PAIVA
  • Data: 31/08/2017
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  • Este trabalho pretendeu refletir sobre o processo da produção textual, enfocando a refacção textual a partir da concepção de linguagem como interação entre sujeitos interlocutores com base em uma pesquisa de caráter qualitativo-interpretativo de cunho etnográfico. A intenção foi investigar por meio de uma pesquisa-ação na Escola Municipal de Ensino Fundamental Instituto Educacional Uruará-Pará sobre a visão do aluno acerca do processo da escrita (refacção), considerando a maneira como o outro (colega) vê o texto do escritor e como este reage às intervenções daquele. De que maneira o momento da interação em pares no momento da refacção textual pode contribuir a um aprofundamento do raciocínio do aluno e consolidar estratégias adequadas à avaliação do seu próprio texto tendo em vista o propósito comunicativo deste. Investigou-se isso fazendo análises guiadas por duas correntes teóricas básicas por considerar a escrita como um processo de construção de sentido entre sujeitos interlocutores: o sócio-interacionismo de Vygotsky e o dialogismo de Bakhtin. Para isso lancei mão de uma metodologia que valorizasse a opinião, o pensar do outro (colega) em um ambiente de interação-pares sendo possível proporcionar aos alunos escritores/leitores o conhecimento de uma nova maneira de produzir textos. No percurso da dissertação abordei o ensino de produção textual em sala de aula como um forte reflexo preponderante da reprodução, ideologia disfarçada, e de uma tímida construção de conhecimentos. E em contrapartida, uma novo posicionamento com reflexões de um ensino firmado na interação. Os resultados indicam que: a produção textual ainda é vista como individual, consistindo em uma única versão escrita; que a interação-pares contribui de forma significativa à ampliação do conhecimento e à reaprendizagem; que a interação aluno-aluno é relevante ao exercício do senso crítico.
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  • IOLETE DOS SANTOS FERREIRA BARBOSA
  • Refacção Textual como recurso metodológico no ensino fundamental II: reflexões dialógicas entre texto, aluno(escritor/leitor) e o outro (colega) via análise linguística.
  • Orientador : ROBERTO DO NASCIMENTO PAIVA
  • Data: 31/08/2017
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  • Este trabalho pretendeu refletir sobre o processo da produção textual, enfocando a refacção textual a partir da concepção de linguagem como interação entre sujeitos interlocutores com base em uma pesquisa de caráter qualitativo-interpretativo de cunho etnográfico. A intenção foi investigar por meio de uma pesquisa-ação na Escola Municipal de Ensino Fundamental Instituto Educacional Uruará-Pará sobre a visão do aluno acerca do processo da escrita (refacção), considerando a maneira como o outro (colega) vê o texto do escritor e como este reage às intervenções daquele. De que maneira o momento da interação em pares no momento da refacção textual pode contribuir a um aprofundamento do raciocínio do aluno e consolidar estratégias adequadas à avaliação do seu próprio texto tendo em vista o propósito comunicativo deste. Investigou-se isso fazendo análises guiadas por duas correntes teóricas básicas por considerar a escrita como um processo de construção de sentido entre sujeitos interlocutores: o sócio-interacionismo de Vygotsky e o dialogismo de Bakhtin. Para isso lancei mão de uma metodologia que valorizasse a opinião, o pensar do outro (colega) em um ambiente de interação-pares sendo possível proporcionar aos alunos escritores/leitores o conhecimento de uma nova maneira de produzir textos. No percurso da dissertação abordei o ensino de produção textual em sala de aula como um forte reflexo preponderante da reprodução, ideologia disfarçada, e de uma tímida construção de conhecimentos. E em contrapartida, uma novo posicionamento com reflexões de um ensino firmado na interação. Os resultados indicam que: a produção textual ainda é vista como individual, consistindo em uma única versão escrita; que a interação-pares contribui de forma significativa à ampliação do conhecimento e à reaprendizagem; que a interação aluno-aluno é relevante ao exercício do senso crítico.
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  • NILCILÉIA ALMEIDA DE SOUSA
  • O QUE SÃO MEMÓRIAS LITERÁRIAS E COMO ELAS SE REALIZAM NA PROPOSTA DA OLÍMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA?
  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 31/08/2017
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  • O projeto, inserido no grupo de pesquisa e intervenção em Leitura, Escrita e Literatura na Escola – LELIT, da Universidade Federal do Oeste do Pará, desenvolve-se no âmbito do debate sobre o ensino de língua portuguesa e busca compreender, de forma analítica, o que é o gênero memórias literárias no âmbito da Olimpíada de Língua de Portuguesa Escrevendo o Futuro levado para a sala de aula como proposta de ensino? É um trabalho de investigação de caráter conceitual, que parte da análise de um conjunto de produções de alunos que chegaram à última etapa da OLP/2014 – textos finalistas, em que busco verificar que concepção de memórias literárias objetivamente se realiza nestes textos dentro das condições de produção em que foram desenvolvidos. Examino ainda um corpus de documentos teórico-metodológicos pertencentes à Coleção da Olimpíada, por meio de um processo aberto de in-querir esses textos, a fim de compreender o tratamento didático conferido ao gênero memórias literárias na proposta da OLP. Através desse processo, busco compreender o que a Olimpíada realiza objetivamente como memórias literárias e o que propõe como trabalhos nesse campo.
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  • NILCILÉIA ALMEIDA DE SOUSA
  • O QUE SÃO MEMÓRIAS LITERÁRIAS E COMO ELAS SE REALIZAM NA PROPOSTA DA OLÍMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA?
  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 31/08/2017
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  • O projeto, inserido no grupo de pesquisa e intervenção em Leitura, Escrita e Literatura na Escola – LELIT, da Universidade Federal do Oeste do Pará, desenvolve-se no âmbito do debate sobre o ensino de língua portuguesa e busca compreender, de forma analítica, o que é o gênero memórias literárias no âmbito da Olimpíada de Língua de Portuguesa Escrevendo o Futuro levado para a sala de aula como proposta de ensino? É um trabalho de investigação de caráter conceitual, que parte da análise de um conjunto de produções de alunos que chegaram à última etapa da OLP/2014 – textos finalistas, em que busco verificar que concepção de memórias literárias objetivamente se realiza nestes textos dentro das condições de produção em que foram desenvolvidos. Examino ainda um corpus de documentos teórico-metodológicos pertencentes à Coleção da Olimpíada, por meio de um processo aberto de in-querir esses textos, a fim de compreender o tratamento didático conferido ao gênero memórias literárias na proposta da OLP. Através desse processo, busco compreender o que a Olimpíada realiza objetivamente como memórias literárias e o que propõe como trabalhos nesse campo.
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  • DJANE DE SOUSA BARROS
  • PRÁTICAS DE PRODUÇÃO TEXTUAL E IDENTIDADES EM PROCESSO NA PERSPECTIVA DE ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES EM AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA NA EJA
  • Orientador : CRISTINA VAZ DUARTE DA CRUZ
  • Data: 31/10/2017
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  • O ensino de produção textual tem sido alvo de muitas pesquisas acadêmicas como forma de obter um processo de aprendizagem mais produtivo. Nesse quadro, contextualizo esta pesquisa qualitativa que é interpretar os resultados através da aquisição do conhecimento e habilidades no contexto de identificar o sujeito/identidade em processo; a compreensão e uso de distintos conhecimentos teóricos ou empíricos e de informações em textos; e, por fim, a produção de textos orais e escritos, ambos no âmbito da semiótica das instâncias. Para isso, sequências didáticas foram elaboradas e aplicadas junto aos alunos da Educação de Jovens e Adultos-EJA, 4ª etapa, de uma instituição de ensino público de Itaituba. Esta pesquisa parte do pressuposto que a elaboração de sequências didáticas na perspectiva interdisciplinar, pode se constituir em uma ferramenta importante para o domínio da produção de textos. Além disso, minha opção por esse foco do ensino é porque esta ciência (semiótica) pressupõe todas as abrangências de representação, objeto basilar para uma situação favorável à identificação da identidade em processo a partir da oralidade e/ou escrita na perspectiva da semiótica das instâncias. A base teórico-metodológica pela qual optei depreende-se das vertentes (PCN, 1998; Japiassu, 1976; Layton, 1991; Bakhtin, 2006; Marcuschi, 2001; Koch, 2001; dentre outros), que postulam desde a noção de leitura e escrita ao processo de produção de textos e discursos. Já na vertente semiótica (Coquet, 2013; Santaella, 1990; Cruz, 2013; dentre outros). Busco resultados, de base contextual e crítica, de forma a estruturar a linguagem verbal e por escrito de modo favorável, e, principalmente, proporcionando oportunidades de encontrar, pelo cultivo das atividades sequenciais, formas de aumentar/estimular o potencial intelectual dos alunos, construir assim, conhecimentos com base nas perspectivas interdisciplinares e semiótica das instâncias, de forma a caracterizar cada um e melhorar seu desempenho quanto à leitura e produção de textos.
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  • DJANE DE SOUSA BARROS
  • PRÁTICAS DE PRODUÇÃO TEXTUAL E IDENTIDADES EM PROCESSO NA PERSPECTIVA DE ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES EM AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA NA EJA
  • Orientador : CRISTINA VAZ DUARTE DA CRUZ
  • Data: 31/10/2017
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  • O ensino de produção textual tem sido alvo de muitas pesquisas acadêmicas como forma de obter um processo de aprendizagem mais produtivo. Nesse quadro, contextualizo esta pesquisa qualitativa que é interpretar os resultados através da aquisição do conhecimento e habilidades no contexto de identificar o sujeito/identidade em processo; a compreensão e uso de distintos conhecimentos teóricos ou empíricos e de informações em textos; e, por fim, a produção de textos orais e escritos, ambos no âmbito da semiótica das instâncias. Para isso, sequências didáticas foram elaboradas e aplicadas junto aos alunos da Educação de Jovens e Adultos-EJA, 4ª etapa, de uma instituição de ensino público de Itaituba. Esta pesquisa parte do pressuposto que a elaboração de sequências didáticas na perspectiva interdisciplinar, pode se constituir em uma ferramenta importante para o domínio da produção de textos. Além disso, minha opção por esse foco do ensino é porque esta ciência (semiótica) pressupõe todas as abrangências de representação, objeto basilar para uma situação favorável à identificação da identidade em processo a partir da oralidade e/ou escrita na perspectiva da semiótica das instâncias. A base teórico-metodológica pela qual optei depreende-se das vertentes (PCN, 1998; Japiassu, 1976; Layton, 1991; Bakhtin, 2006; Marcuschi, 2001; Koch, 2001; dentre outros), que postulam desde a noção de leitura e escrita ao processo de produção de textos e discursos. Já na vertente semiótica (Coquet, 2013; Santaella, 1990; Cruz, 2013; dentre outros). Busco resultados, de base contextual e crítica, de forma a estruturar a linguagem verbal e por escrito de modo favorável, e, principalmente, proporcionando oportunidades de encontrar, pelo cultivo das atividades sequenciais, formas de aumentar/estimular o potencial intelectual dos alunos, construir assim, conhecimentos com base nas perspectivas interdisciplinares e semiótica das instâncias, de forma a caracterizar cada um e melhorar seu desempenho quanto à leitura e produção de textos.
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  • CARLOS ALBERTO OLIVEIRA PAIVA
  • Compreensão leitora na perspectiva dos gêneros discursivos e da Prova Brasil: proposta didática de ensino de língua portuguesa para alunos do 9º ano do ensino fundamental
  • Orientador : ROBERTO DO NASCIMENTO PAIVA
  • Data: 05/12/2017
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  • Diante do problema de compreensão leitora apresentado pelos alunos da Escola São Francisco das Chagas, escolhi como tipo de abordagem a pesquisaação, pois queria participar reflexiva e criticamente de todo o desenvolvimento do processo de aplicação da proposta, realizando as intervenções e adequações que fossem necessárias. Esse tipo de abordagem, de acordo com Vieira (2010), permite a interação entre pesquisador e atores-objeto, de modo que o primeiro participe do cotidiano do segundo “inseridos na mesma realidade, a fim de compreender e experimentar os mesmos problemas enfrentados pelos que se colocam como objeto de estudo”. Esta (con)vivência colabora para que ambos busquem ou encontrem a solução para os problemas enfrentados. Assim, fundamentando-me nessa abordagem qualitatitva, dei início a este estudo, que pode ser útil enquanto objeto prático para atividades de compreensão leitora no 9º ano do ensino fundamental da Escola São Francisco das Chagas (ou adaptado para os outros anos), útil enquanto objeto de reflexão deste tema tão presente em nossas escolas: o fracasso da leitura. A partir dessas reflexões iniciais, podem-se formular as hipóteses de que é provável que a realização de atividades sistemáticas de leitura e interpretação, com textos de variados gêneros e com foco nos descritores da Prova Brasil, pode melhorar a compreensão leitora dos alunos do 9º ano do ensino fundamental; melhorar o desempenho dos alunos nas avaliações internas (bimestrais) e externas – Prova Brasil, bem como desenvolver o senso crítico deles ampliando suas visões de mundo.
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  • CARLOS ALBERTO OLIVEIRA PAIVA
  • Compreensão leitora na perspectiva dos gêneros discursivos e da Prova Brasil: proposta didática de ensino de língua portuguesa para alunos do 9º ano do ensino fundamental
  • Orientador : ROBERTO DO NASCIMENTO PAIVA
  • Data: 05/12/2017
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  • Diante do problema de compreensão leitora apresentado pelos alunos da Escola São Francisco das Chagas, escolhi como tipo de abordagem a pesquisaação, pois queria participar reflexiva e criticamente de todo o desenvolvimento do processo de aplicação da proposta, realizando as intervenções e adequações que fossem necessárias. Esse tipo de abordagem, de acordo com Vieira (2010), permite a interação entre pesquisador e atores-objeto, de modo que o primeiro participe do cotidiano do segundo “inseridos na mesma realidade, a fim de compreender e experimentar os mesmos problemas enfrentados pelos que se colocam como objeto de estudo”. Esta (con)vivência colabora para que ambos busquem ou encontrem a solução para os problemas enfrentados. Assim, fundamentando-me nessa abordagem qualitatitva, dei início a este estudo, que pode ser útil enquanto objeto prático para atividades de compreensão leitora no 9º ano do ensino fundamental da Escola São Francisco das Chagas (ou adaptado para os outros anos), útil enquanto objeto de reflexão deste tema tão presente em nossas escolas: o fracasso da leitura. A partir dessas reflexões iniciais, podem-se formular as hipóteses de que é provável que a realização de atividades sistemáticas de leitura e interpretação, com textos de variados gêneros e com foco nos descritores da Prova Brasil, pode melhorar a compreensão leitora dos alunos do 9º ano do ensino fundamental; melhorar o desempenho dos alunos nas avaliações internas (bimestrais) e externas – Prova Brasil, bem como desenvolver o senso crítico deles ampliando suas visões de mundo.
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  • ELAINE CRISTINA DE VASCONCELOS ALCÂNTARA
  • POESIA NA ESCOLA – SEU ENSINO NA PERSPECTIVA DE FORMAÇÃO HOLÍSTICA.
  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 05/12/2017
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  • Esta dissertação está vinculada ao Grupo de Estudo, Pesquisa e Intervenção em Leitura, Escrita e Literatura na Escola (LELIT) e ao Programa de Mestrado Profissional em Letras- PROFLETRAS. O objetivo era verificar de que forma a experiência literária vivenciada no ensino da poesia, realizado de forma sistemática, contribuiria para o ensino de língua materna e formação integral do indivíduo. Para isso se dialogou com a OLP, no gênero Poema, visando potencializar o ensino de língua no 6º ano. A pesquisa de natureza empírica-interventiva, portanto, pesquisa participante, aconteceu em uma escola da rede municipal do município de Santarém / PA nos anos de 2016 e 2017. A intervenção foi feita através de uma sequência didática (Poesia todo dia) pensada e aplicada pela professora/ pesquisadora em seis turmas de 6º ano. Nesta intervenção abordei o ensino de poesia e, consequentemente, o ensino de língua, de forma mais reflexiva buscando proporcionar aos alunos contato com cânones da arte poética e com o valor estético que a poesia possui enquanto arte e elemento formador holístico do indivíduo. Para tal busquei inspiração, dentre outros, em Cândido (1972), (2011), Freire (1987), Zilberman (2014) e Britto (1997), (2015). O corpus desta pesquisa foram as aulas de LP, registradas pontualmente através de vídeo, áudio e registros de diário de bordo (tanto da docente quanto dos discentes). As etapas da pesquisa seguiram os pressupostos de Minayo (2009) e deu-se em três etapas: 1. fase exploratória; 2. trabalho de campo; 3. análise e tratamento de material empírico e documental. Os resultados desta pesquisa apontam para a manutenção de uma lacuna de que ensinar? E isto se reflete na flutuação de papéis entre professor/ aluno e na indefinição ou subutilização de objetos de ensino como a poesia. Apontam ainda para a importância da formação continuada do docente, necessidade de conhecimento mínimo suficiente sobre os objetos de ensino e a possibilidade viável e real da formação omnilateral.
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  • ELAINE CRISTINA DE VASCONCELOS ALCÂNTARA
  • POESIA NA ESCOLA – SEU ENSINO NA PERSPECTIVA DE FORMAÇÃO HOLÍSTICA.
  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 05/12/2017
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  • Esta dissertação está vinculada ao Grupo de Estudo, Pesquisa e Intervenção em Leitura, Escrita e Literatura na Escola (LELIT) e ao Programa de Mestrado Profissional em Letras- PROFLETRAS. O objetivo era verificar de que forma a experiência literária vivenciada no ensino da poesia, realizado de forma sistemática, contribuiria para o ensino de língua materna e formação integral do indivíduo. Para isso se dialogou com a OLP, no gênero Poema, visando potencializar o ensino de língua no 6º ano. A pesquisa de natureza empírica-interventiva, portanto, pesquisa participante, aconteceu em uma escola da rede municipal do município de Santarém / PA nos anos de 2016 e 2017. A intervenção foi feita através de uma sequência didática (Poesia todo dia) pensada e aplicada pela professora/ pesquisadora em seis turmas de 6º ano. Nesta intervenção abordei o ensino de poesia e, consequentemente, o ensino de língua, de forma mais reflexiva buscando proporcionar aos alunos contato com cânones da arte poética e com o valor estético que a poesia possui enquanto arte e elemento formador holístico do indivíduo. Para tal busquei inspiração, dentre outros, em Cândido (1972), (2011), Freire (1987), Zilberman (2014) e Britto (1997), (2015). O corpus desta pesquisa foram as aulas de LP, registradas pontualmente através de vídeo, áudio e registros de diário de bordo (tanto da docente quanto dos discentes). As etapas da pesquisa seguiram os pressupostos de Minayo (2009) e deu-se em três etapas: 1. fase exploratória; 2. trabalho de campo; 3. análise e tratamento de material empírico e documental. Os resultados desta pesquisa apontam para a manutenção de uma lacuna de que ensinar? E isto se reflete na flutuação de papéis entre professor/ aluno e na indefinição ou subutilização de objetos de ensino como a poesia. Apontam ainda para a importância da formação continuada do docente, necessidade de conhecimento mínimo suficiente sobre os objetos de ensino e a possibilidade viável e real da formação omnilateral.
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  • ESTER RIBEIRO MACAMBIRA
  • O ENSINO DO GÊNERO CRÔNICA NA CONCEPÇÃO DA OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA O 1º ANO DO ENSINO MÉDIO
  • Orientador : ANA MARIA VIEIRA SILVA
  • Data: 05/12/2017
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  • O presente trabalho apresenta uma proposta de ensino, de caráter interventiva, realizada na Escola Estadual Profa Onésima Pereira de Barros. Essa proposta tem como base o Programa Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo O Futuro. Portanto, partindo do modelo indicado pela OLP, a proposta foi aplicada e desenvolvida entre março a agosto de 2016. Desta forma, busca responder a seguinte proposição: De que forma um modelo de ensino proposto pela OLP, contribui para a leitura e escrita do gênero crônica no primeiro ano do ensino médio? Sendo assim, nosso objetivo se volta a investigar de que forma esta proposta cumpre seus objetivos no que tange à leitura e produção textual dos alunos. Dentro desse contexto, analisamos todo o processo metodológico desde a elaboração do plano de ensino da professora até a escolha final do texto que representou a escola no certame. No decorrer das oficinas, detectamos pontos que achamos relevantes, os quais discutimos no presente trabalho, como por exemplo, a heterogeneidade dos gêneros, as fronteiras existentes entre a crônica e outros gêneros, a didatização dos gêneros e outros. Tais pontos são debatidos com a finalidade de alargar a discussão em torno de uma proposta, como esta – a Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP) – que tem como objeto de ensino os gêneros textuais. Valemo-nos de um corpus vasto com 181 produções textuais, vídeos, depoimentos, debates, diário de bordo, tanto da professora, quanto dos alunos, além da observação em sala de aula, durante todo o período de aplicação da proposta. Trazemos também um panorama geral da crônica, suas especificidades e como é trabalhada na OLP, além de contemplarmos diversos cronistas. Apontamos questões sobre os gêneros textuais, principais pesquisadores desses estudos e outros do campo da leitura e da produção de textos. Sempre num tom questionador, conduzimos a análise dos dados obtidos, sem perder de vista a seriedade da proposta que dispusemos em aplicar, muito menos o Programa da OLP. No entanto, nossas inquietações servem de reflexões para nos perguntarmos: O que ensinamos? Para quem ensinamos? Para que ensinamos isso? Ou seja, nos questionamos e, ao mesmo tempo, questionamos a nossa prática. Ao fazermos isso, produzimos ciência e temos a possibilidade de desvelar novas práticas no ensino de língua materna. Então, durante a dissertação, teóricos como Geraldi, Marcuschi, Britto, Bakhtin, Candido, Dolz & Schneuwly e outros, serão recorrentes. Os resultados apontam como satisfatória a proposta e seus desdobramentos. Foi, sem dúvida, salutar as atividades realizadas durante o processo, tanto na leitura quanto na produção textual dos alunos, que superaram as expectativas. Mesmo assim, fica a reflexão de que toda proposta é passível de limitações. Não é única, nem tampouco fechada ou acabada, uma vez que o ensino pautado nos gêneros textuais, apesar de estar em evidência, suscita cautela, pois delimitá-los, vai de encontro à própria natureza da língua.
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  • ESTER RIBEIRO MACAMBIRA
  • O ENSINO DO GÊNERO CRÔNICA NA CONCEPÇÃO DA OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA O 1º ANO DO ENSINO MÉDIO
  • Orientador : ANA MARIA VIEIRA SILVA
  • Data: 05/12/2017
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  • O presente trabalho apresenta uma proposta de ensino, de caráter interventiva, realizada na Escola Estadual Profa Onésima Pereira de Barros. Essa proposta tem como base o Programa Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo O Futuro. Portanto, partindo do modelo indicado pela OLP, a proposta foi aplicada e desenvolvida entre março a agosto de 2016. Desta forma, busca responder a seguinte proposição: De que forma um modelo de ensino proposto pela OLP, contribui para a leitura e escrita do gênero crônica no primeiro ano do ensino médio? Sendo assim, nosso objetivo se volta a investigar de que forma esta proposta cumpre seus objetivos no que tange à leitura e produção textual dos alunos. Dentro desse contexto, analisamos todo o processo metodológico desde a elaboração do plano de ensino da professora até a escolha final do texto que representou a escola no certame. No decorrer das oficinas, detectamos pontos que achamos relevantes, os quais discutimos no presente trabalho, como por exemplo, a heterogeneidade dos gêneros, as fronteiras existentes entre a crônica e outros gêneros, a didatização dos gêneros e outros. Tais pontos são debatidos com a finalidade de alargar a discussão em torno de uma proposta, como esta – a Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP) – que tem como objeto de ensino os gêneros textuais. Valemo-nos de um corpus vasto com 181 produções textuais, vídeos, depoimentos, debates, diário de bordo, tanto da professora, quanto dos alunos, além da observação em sala de aula, durante todo o período de aplicação da proposta. Trazemos também um panorama geral da crônica, suas especificidades e como é trabalhada na OLP, além de contemplarmos diversos cronistas. Apontamos questões sobre os gêneros textuais, principais pesquisadores desses estudos e outros do campo da leitura e da produção de textos. Sempre num tom questionador, conduzimos a análise dos dados obtidos, sem perder de vista a seriedade da proposta que dispusemos em aplicar, muito menos o Programa da OLP. No entanto, nossas inquietações servem de reflexões para nos perguntarmos: O que ensinamos? Para quem ensinamos? Para que ensinamos isso? Ou seja, nos questionamos e, ao mesmo tempo, questionamos a nossa prática. Ao fazermos isso, produzimos ciência e temos a possibilidade de desvelar novas práticas no ensino de língua materna. Então, durante a dissertação, teóricos como Geraldi, Marcuschi, Britto, Bakhtin, Candido, Dolz & Schneuwly e outros, serão recorrentes. Os resultados apontam como satisfatória a proposta e seus desdobramentos. Foi, sem dúvida, salutar as atividades realizadas durante o processo, tanto na leitura quanto na produção textual dos alunos, que superaram as expectativas. Mesmo assim, fica a reflexão de que toda proposta é passível de limitações. Não é única, nem tampouco fechada ou acabada, uma vez que o ensino pautado nos gêneros textuais, apesar de estar em evidência, suscita cautela, pois delimitá-los, vai de encontro à própria natureza da língua.
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  • FRANCINEIDE LIMA ABREU
  • Uma experiência de ensino de Língua Portuguesa sob a perspectiva da Educação Linguística
  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 05/12/2017
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  • Este trabalho de pesquisa discute o ensino de língua materna sob a perspectiva da Educação Linguística (EL), a partir de uma proposta de intervenção aplicada em duas turmas do 6º ano de uma escola pública do município de Santarém do Pará, durante os meses de fevereiro a junho de 2017. A pergunta investigativa que norteou a realização deste trabalho foi a seguinte: Uma proposta de ensino numa perspectiva da EL é realmente eficaz para o desenvolvimento da competência comunicativa dos alunos? Assim, a pesquisa realizada teve como objetivo investigar a eficácia ou não de uma proposta metodológica para o ensino de língua materna no 6º ano numa perspectiva da EL comparada ao ensino tradicional. Para isso, apliquei sequências didáticas, que contemplam os eixos de ensino oralidade, leitura, produção textual e análise linguística, visando promover um ensino na perspectiva da EL. As discussões sobre EL e ensino de LP que embasaram esta pesquisa estão centradas nas ideias de Antunes (2003, 2007 e 2009), Bakhtin (2003), Bagno (2002, 2005 e 2007), Cosson (2009), Geraldi (1996 e 2010), Leal e Suassuna (2014), Machado (2002), Marcuschi (2001), Palma Turazza (2014), Rojo (2000 e 2012), Travaglia (2003), dentre outros. Os resultados apontam para a ampliação do repertório linguístico dos alunos e para a sua maior autonomia na realização das tarefas, revelando que o ensino de LP, na perspectiva da EL, contribui significativamente para a aumento da competência discursiva dos educandos.
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  • FRANCINEIDE LIMA ABREU
  • Uma experiência de ensino de Língua Portuguesa sob a perspectiva da Educação Linguística
  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 05/12/2017
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  • Este trabalho de pesquisa discute o ensino de língua materna sob a perspectiva da Educação Linguística (EL), a partir de uma proposta de intervenção aplicada em duas turmas do 6º ano de uma escola pública do município de Santarém do Pará, durante os meses de fevereiro a junho de 2017. A pergunta investigativa que norteou a realização deste trabalho foi a seguinte: Uma proposta de ensino numa perspectiva da EL é realmente eficaz para o desenvolvimento da competência comunicativa dos alunos? Assim, a pesquisa realizada teve como objetivo investigar a eficácia ou não de uma proposta metodológica para o ensino de língua materna no 6º ano numa perspectiva da EL comparada ao ensino tradicional. Para isso, apliquei sequências didáticas, que contemplam os eixos de ensino oralidade, leitura, produção textual e análise linguística, visando promover um ensino na perspectiva da EL. As discussões sobre EL e ensino de LP que embasaram esta pesquisa estão centradas nas ideias de Antunes (2003, 2007 e 2009), Bakhtin (2003), Bagno (2002, 2005 e 2007), Cosson (2009), Geraldi (1996 e 2010), Leal e Suassuna (2014), Machado (2002), Marcuschi (2001), Palma Turazza (2014), Rojo (2000 e 2012), Travaglia (2003), dentre outros. Os resultados apontam para a ampliação do repertório linguístico dos alunos e para a sua maior autonomia na realização das tarefas, revelando que o ensino de LP, na perspectiva da EL, contribui significativamente para a aumento da competência discursiva dos educandos.
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  • GICELE MONTEIRO DOS SANTOS
  • A CONTRIBUIÇÃO DOS MECANISMOS DE COESÃO E COERÊNCIA NO PROCESSAMENTO DO TEXTO PARA A FORMAÇÃO LEITORA
  • Orientador : ROBERTO DO NASCIMENTO PAIVA
  • Data: 05/12/2017
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  • A matriz não contempla todo o currículo escolar de Língua Portuguesa e Matemática dos anos finais do ensino fundamental, como 6º e 9º ano respectivamente. Na verdade é feito um recorte com base no que é possível avaliar nessas áreas do conhecimento, considerando o que é representativo dos currículos vigentes no Brasil. No âmbito da Língua Portuguesa, a Matriz de Referência está estruturada como foco na leitura, para avaliar as competências e as habilidades definidas nos descritores, que se constituem como uma associação entre conteúdos curriculares e operações men­tais desenvolvidas pelo aluno, por isso servem de referência para seleção dos itens que devem compor a avaliação. Para melhor entendimento sobre os tópicos e descritores exigidos na Prova Brasil, é importante a apresentação da Matriz de Referência.
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  • GICELE MONTEIRO DOS SANTOS
  • A CONTRIBUIÇÃO DOS MECANISMOS DE COESÃO E COERÊNCIA NO PROCESSAMENTO DO TEXTO PARA A FORMAÇÃO LEITORA
  • Orientador : ROBERTO DO NASCIMENTO PAIVA
  • Data: 05/12/2017
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  • A matriz não contempla todo o currículo escolar de Língua Portuguesa e Matemática dos anos finais do ensino fundamental, como 6º e 9º ano respectivamente. Na verdade é feito um recorte com base no que é possível avaliar nessas áreas do conhecimento, considerando o que é representativo dos currículos vigentes no Brasil. No âmbito da Língua Portuguesa, a Matriz de Referência está estruturada como foco na leitura, para avaliar as competências e as habilidades definidas nos descritores, que se constituem como uma associação entre conteúdos curriculares e operações men­tais desenvolvidas pelo aluno, por isso servem de referência para seleção dos itens que devem compor a avaliação. Para melhor entendimento sobre os tópicos e descritores exigidos na Prova Brasil, é importante a apresentação da Matriz de Referência.
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  • CLARA CORRÊA MARINHO
  • TRABALHANDO A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NA ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO 9º ANO FUNDAMENTAL
  • Orientador : EDIENE PENA FERREIRA
  • Data: 06/12/2017
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  • Esta dissertação versa sobre um estudo de caráter experimental realizado com alunos do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Antônio Belo de Carvalho, sobre variação linguística. Para tanto, desenvolvemos um projeto interventivo inspirado nas sugestões indicadas por Castilho (2014) no âmbito da pesquisa acerca da diversidade do português brasileiro. O objetivo central foi verificar como uma proposta interventiva sobre variação linguística poderia influenciar para uma mudança na concepção de língua dos alunos. Para isso, construímos e testamos nosso próprio produto didático, um pequeno guia composto de textos e atividades relacionadas a cada tema norteador. Através da pesquisa-ação realizamos o trabalho a partir de dois momentos distintos. Na etapa teórica, os alunos-pesquisadores participaram de cinco encontros temáticos, a saber: De onde vem a língua que falamos? Ser brasileiro é falar só português? A variação linguística, Linguagens paraenses, Norma culta: uma necessidade social. Já na etapa prática, os alunos-pesquisadores foram a campo e, sob nosso acompanhamento e supervisão, realizaram visitas a lugares diversos (como o asilo, a feira, o instituto cultural Boanerges Sena e a Câmara de vereadores) entrevistando informantes e gravando as interações para posterior transcrição.O resultado da pesquisa de campo dos alunos foi discutido durante Rodas de conversas e registrado individualmente no Diário de bordo que assim como nosso Caderno de atividades (produto didático) subsidiaram as análises contidas nesta dissertação.Com com o encerramento de nossa intervenção, constatamos que o olhar dos alunos-pesquisadores sobre a língua foi sensivelmente impactado por tudo que vivenciaram . Os depoimentos nos diários de bordo indiciaram não apenas o reconhecimento do fenômeno da variação como elemento natural da língua, mas também uma tendência para o respeito linguístico diante de formas tidas como estigmatizadas pela tradição gramatical. Do ponto de vista linguístico, essa nova postura a partir da intervenção representa um passo importante que corrobora a pertinência e a necessidade de um ensino de língua ensejado pela reflexão, pela observação de fenômenos como a variação e finalmente pelo respeito ao outro. O trabalho fundamentou-se nos pressupostos teóricos da Sociolinguística e teve como escopo dar destaque a variação como forma de refletir sobre a própria língua, sobre sua heterogeneidade e sobre as ideologias e preconceitos que por ela são transmitidos.
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  • CLARA CORRÊA MARINHO
  • TRABALHANDO A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NA ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO 9º ANO FUNDAMENTAL
  • Orientador : EDIENE PENA FERREIRA
  • Data: 06/12/2017
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  • Esta dissertação versa sobre um estudo de caráter experimental realizado com alunos do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Antônio Belo de Carvalho, sobre variação linguística. Para tanto, desenvolvemos um projeto interventivo inspirado nas sugestões indicadas por Castilho (2014) no âmbito da pesquisa acerca da diversidade do português brasileiro. O objetivo central foi verificar como uma proposta interventiva sobre variação linguística poderia influenciar para uma mudança na concepção de língua dos alunos. Para isso, construímos e testamos nosso próprio produto didático, um pequeno guia composto de textos e atividades relacionadas a cada tema norteador. Através da pesquisa-ação realizamos o trabalho a partir de dois momentos distintos. Na etapa teórica, os alunos-pesquisadores participaram de cinco encontros temáticos, a saber: De onde vem a língua que falamos? Ser brasileiro é falar só português? A variação linguística, Linguagens paraenses, Norma culta: uma necessidade social. Já na etapa prática, os alunos-pesquisadores foram a campo e, sob nosso acompanhamento e supervisão, realizaram visitas a lugares diversos (como o asilo, a feira, o instituto cultural Boanerges Sena e a Câmara de vereadores) entrevistando informantes e gravando as interações para posterior transcrição.O resultado da pesquisa de campo dos alunos foi discutido durante Rodas de conversas e registrado individualmente no Diário de bordo que assim como nosso Caderno de atividades (produto didático) subsidiaram as análises contidas nesta dissertação.Com com o encerramento de nossa intervenção, constatamos que o olhar dos alunos-pesquisadores sobre a língua foi sensivelmente impactado por tudo que vivenciaram . Os depoimentos nos diários de bordo indiciaram não apenas o reconhecimento do fenômeno da variação como elemento natural da língua, mas também uma tendência para o respeito linguístico diante de formas tidas como estigmatizadas pela tradição gramatical. Do ponto de vista linguístico, essa nova postura a partir da intervenção representa um passo importante que corrobora a pertinência e a necessidade de um ensino de língua ensejado pela reflexão, pela observação de fenômenos como a variação e finalmente pelo respeito ao outro. O trabalho fundamentou-se nos pressupostos teóricos da Sociolinguística e teve como escopo dar destaque a variação como forma de refletir sobre a própria língua, sobre sua heterogeneidade e sobre as ideologias e preconceitos que por ela são transmitidos.
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  • JONAS DE SOUSA NERES
  • “COMO ASSIM VOCÊ NÃO ENTENDEU?” - O que dizem os professores de língua portuguesa sobre alunos em situação de fracasso escolar
  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 06/12/2017
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  • O presente trabalho tem como objetivo compreender o que diz o docente de Língua Portuguesa das dificuldades de aprendizagem de estudantes do Ensino Fundamental, considerando seu aprendizado abaixo das expectativas. Estes alunos engrossam as fileiras do fracasso escolar, configurado não somente por índices de reprovação e abandono, mas principalmente pelos baixos níveis de aprendizado em leitura e escrita. Uma questão fundamentalmente importante do fracasso escolar é entender a relação do aluno com o saber, nem sempre condizente com o que espera a escola. Além disso, o fracasso deve ser entendido em seu caráter multidimensional, no qual se correlacionam dimensões, tais como, o contexto econômico e social, a família, a organização do sistema educacional, o funcionamento das escolas, a prática docente na sala de aula e a disposição do aluno para a aprendizagem. No bojo dessas considerações, há a perspectiva do ensino de língua portuguesa centrada na reflexão e usos da língua a partir do texto, como forma mais apropriada de superar as dificuldades do aluno e educar para a cidadania. Para analisar o que dizem os professores, realizou-se enquete com questionário de perguntas abertas, respondidas de forma escrita por trinta professores de Língua Portuguesa do 6° ao 9° ano da rede pública municipal da zona urbana de Altamira-PA. Informações também foram obtidas em entrevistas gravadas com alguns desses trinta professores, com base no que se percebeu mais significativo na enquete. Os resultados indicam que os alunos em situação de fracasso escolar estão mal alfabetizados, apresentam problemas de leitura, escrita e oralidade, baixa autoestima e se aproximam do perfil de analfabetos funcionais; a responsabilidade sobre esta situação recai principalmente sobre a família e o aluno, considerado, muitas vezes, desinteressado; o professor de língua portuguesa, em menor proporção, também se responsabiliza; a escola é questionada pois parece mais preocupada com resultados quantitativos, negligenciando muitas vezes o atendimento aos alunos com mais dificuldade. Apesar do esforço empreendido pelos docentes, os resultados nem sempre são expressivos, pois o problema do fracasso escolar não é tratado adequadamente.
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  • JONAS DE SOUSA NERES
  • “COMO ASSIM VOCÊ NÃO ENTENDEU?” - O que dizem os professores de língua portuguesa sobre alunos em situação de fracasso escolar
  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 06/12/2017
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  • O presente trabalho tem como objetivo compreender o que diz o docente de Língua Portuguesa das dificuldades de aprendizagem de estudantes do Ensino Fundamental, considerando seu aprendizado abaixo das expectativas. Estes alunos engrossam as fileiras do fracasso escolar, configurado não somente por índices de reprovação e abandono, mas principalmente pelos baixos níveis de aprendizado em leitura e escrita. Uma questão fundamentalmente importante do fracasso escolar é entender a relação do aluno com o saber, nem sempre condizente com o que espera a escola. Além disso, o fracasso deve ser entendido em seu caráter multidimensional, no qual se correlacionam dimensões, tais como, o contexto econômico e social, a família, a organização do sistema educacional, o funcionamento das escolas, a prática docente na sala de aula e a disposição do aluno para a aprendizagem. No bojo dessas considerações, há a perspectiva do ensino de língua portuguesa centrada na reflexão e usos da língua a partir do texto, como forma mais apropriada de superar as dificuldades do aluno e educar para a cidadania. Para analisar o que dizem os professores, realizou-se enquete com questionário de perguntas abertas, respondidas de forma escrita por trinta professores de Língua Portuguesa do 6° ao 9° ano da rede pública municipal da zona urbana de Altamira-PA. Informações também foram obtidas em entrevistas gravadas com alguns desses trinta professores, com base no que se percebeu mais significativo na enquete. Os resultados indicam que os alunos em situação de fracasso escolar estão mal alfabetizados, apresentam problemas de leitura, escrita e oralidade, baixa autoestima e se aproximam do perfil de analfabetos funcionais; a responsabilidade sobre esta situação recai principalmente sobre a família e o aluno, considerado, muitas vezes, desinteressado; o professor de língua portuguesa, em menor proporção, também se responsabiliza; a escola é questionada pois parece mais preocupada com resultados quantitativos, negligenciando muitas vezes o atendimento aos alunos com mais dificuldade. Apesar do esforço empreendido pelos docentes, os resultados nem sempre são expressivos, pois o problema do fracasso escolar não é tratado adequadamente.
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  • MARCIA ALESSANDRA DE FREITAS LEMOS
  • ALÉM DA VITRINE: DE ESPECTADOR A LEITOR - UMA PROPOSTA DE LEITURA DE LITERATURA BRASILEIRA DE EXPRESSÃO AMAZÔNICA NO 9o ANO
  • Orientador : EDIVALDO DA SILVA BERNARDO
  • Data: 06/12/2017
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  • O presente trabalho pretende discutir como a leitura literária acontece na escola e compreender que fatores têm contribuído para o seu fracasso e quais são importantes para que possa haver uma recondução do fazer pedagógico no que se refere tanto ao acesso quanto à forma de trabalhar a leitura em sala de aula. Após essas reflexões teóricas importantes, conduzidas, principalmente, por Britto (2012), Castrillón (2011), Cândido (2011), Colomer (2007), Cosson (2011), Geraldi (2006), Antunes (2003), Zilberman (2009), Lajolo (2005), Marcuschi (2008), Machado (2002) dentre outros, propõe-se um trabalho com leitura, oralidade e escrita buscando o diálogo entre o folclórico e a Literatura Brasileira de Expressão Amazônica. A pesquisa realizada é denominada pesquisa participante, onde professor e pesquisador são a mesma pessoa. A intervenção se justifica pelo fato de o lócus de pesquisa possuir evento de valorização cultural e portanto propício à proposta de ensino que vise o diálogo entre o saber popular e a literatura canônica. No decorrer do fazer pedagógico, busco entender de que forma uma proposta pedagógica que vise diálogo entre folclore e textos de Literatura Brasileira de Expressão Amazônica pode contribuir para as práticas de linguagem, nas aulas de língua portuguesa, no 9o ano do Ensino Fundamental. Os resultados da pesquisa apontam que os textos de expressão Amazônia foram bem aceitos pelos alunos, por fazerem parte do seu universo sociocultural, e que, a partir da leitura deles, os alunos obtiveram bom desempenho tanto em atividades de oralidade quanto de escrita. O texto avalia ainda, os limites e possibilidade da proposta aplicada, e as mudanças que as discursões teóricas provocam na professora pesquisadora.
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  • MARCIA ALESSANDRA DE FREITAS LEMOS
  • ALÉM DA VITRINE: DE ESPECTADOR A LEITOR - UMA PROPOSTA DE LEITURA DE LITERATURA BRASILEIRA DE EXPRESSÃO AMAZÔNICA NO 9o ANO
  • Orientador : EDIVALDO DA SILVA BERNARDO
  • Data: 06/12/2017
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  • O presente trabalho pretende discutir como a leitura literária acontece na escola e compreender que fatores têm contribuído para o seu fracasso e quais são importantes para que possa haver uma recondução do fazer pedagógico no que se refere tanto ao acesso quanto à forma de trabalhar a leitura em sala de aula. Após essas reflexões teóricas importantes, conduzidas, principalmente, por Britto (2012), Castrillón (2011), Cândido (2011), Colomer (2007), Cosson (2011), Geraldi (2006), Antunes (2003), Zilberman (2009), Lajolo (2005), Marcuschi (2008), Machado (2002) dentre outros, propõe-se um trabalho com leitura, oralidade e escrita buscando o diálogo entre o folclórico e a Literatura Brasileira de Expressão Amazônica. A pesquisa realizada é denominada pesquisa participante, onde professor e pesquisador são a mesma pessoa. A intervenção se justifica pelo fato de o lócus de pesquisa possuir evento de valorização cultural e portanto propício à proposta de ensino que vise o diálogo entre o saber popular e a literatura canônica. No decorrer do fazer pedagógico, busco entender de que forma uma proposta pedagógica que vise diálogo entre folclore e textos de Literatura Brasileira de Expressão Amazônica pode contribuir para as práticas de linguagem, nas aulas de língua portuguesa, no 9o ano do Ensino Fundamental. Os resultados da pesquisa apontam que os textos de expressão Amazônia foram bem aceitos pelos alunos, por fazerem parte do seu universo sociocultural, e que, a partir da leitura deles, os alunos obtiveram bom desempenho tanto em atividades de oralidade quanto de escrita. O texto avalia ainda, os limites e possibilidade da proposta aplicada, e as mudanças que as discursões teóricas provocam na professora pesquisadora.
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  • SELMIR SOUSA DA SILVA
  • LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS: A CONTRIBUIÇÃO DA OLP PARA O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ATRAVÉS DO GÊNERO POEMA NO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
  • Orientador : ANA MARIA VIEIRA SILVA
  • Data: 06/12/2017
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  • Este trabalho tem o propósito de relatar a aplicação da proposta da Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP) e avaliar quais as contribuições desta para o ensino dos gêneros textuais, especificamente para o gênero poema no 6º Ano. A aplicação da proposta ocorreu com as turmas do 6º ano A e B, de uma escola pública do município de Santarém do Pará, durante os meses de abril a agosto de 2016. Em forma de relato e com a postura do professor reflexivo, com bases etnográficas, busco reflexões com estudiosos da Língua, tanto na modalidade oral quanto escrita, através de livros, e respostas a vários questionamentos dentre eles: ensina-se o fazer poético? E quais os aspectos ensináveis do poema para o 6º Ano? Assim, as ações realizadas tiveram o objetivo de verificar, na prática, a eficácia da sequência didática proposta pela OLP para o ensino de poema no 6º ano, partindo da perspectiva sociointeracionista da língua. No entanto, houve alterações e intervenções na realização das atividades que compõem as 15 oficinas previstas pela OLP. As discussões teóricas que embasaram esta pesquisa estão centradas nas ideias em especial do filósofo Bakhtin, e há o diálogo com Britto, Antunes, Cosson, Dolz, Schneuwly, Ferrarezi Jr e Carvalho, Freire, Gebara, Geraldi, Kleiman, Marcuschi, Moura, dentre outros. Os resultados apontam para a ampliação do conhecimento do lugar por parte dos alunos e da professora, o que comprova que o estudo de língua especificamente no que diz respeito à leitura e produção textual, quando aproximados do contexto, apresentam melhores resultados. A OLP ao propor que se volte o olhar para não só ver, mas enxergar o lugar onde vivem os alunos, torna-os sujeitos e assim cumpre o seu principal objetivo que é perseguir o iletrismo, no sentido mais significativo do ato de ler. Neste sentido, contribui significativamente para a ampliação do conhecimento e da competência discursiva, tanto na modalidade oral quanto escrita, dos envolvidos diretamente no processo de ensino aprendizagem que são o professor e seus alunos.
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  • SELMIR SOUSA DA SILVA
  • LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS: A CONTRIBUIÇÃO DA OLP PARA O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ATRAVÉS DO GÊNERO POEMA NO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
  • Orientador : ANA MARIA VIEIRA SILVA
  • Data: 06/12/2017
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  • Este trabalho tem o propósito de relatar a aplicação da proposta da Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP) e avaliar quais as contribuições desta para o ensino dos gêneros textuais, especificamente para o gênero poema no 6º Ano. A aplicação da proposta ocorreu com as turmas do 6º ano A e B, de uma escola pública do município de Santarém do Pará, durante os meses de abril a agosto de 2016. Em forma de relato e com a postura do professor reflexivo, com bases etnográficas, busco reflexões com estudiosos da Língua, tanto na modalidade oral quanto escrita, através de livros, e respostas a vários questionamentos dentre eles: ensina-se o fazer poético? E quais os aspectos ensináveis do poema para o 6º Ano? Assim, as ações realizadas tiveram o objetivo de verificar, na prática, a eficácia da sequência didática proposta pela OLP para o ensino de poema no 6º ano, partindo da perspectiva sociointeracionista da língua. No entanto, houve alterações e intervenções na realização das atividades que compõem as 15 oficinas previstas pela OLP. As discussões teóricas que embasaram esta pesquisa estão centradas nas ideias em especial do filósofo Bakhtin, e há o diálogo com Britto, Antunes, Cosson, Dolz, Schneuwly, Ferrarezi Jr e Carvalho, Freire, Gebara, Geraldi, Kleiman, Marcuschi, Moura, dentre outros. Os resultados apontam para a ampliação do conhecimento do lugar por parte dos alunos e da professora, o que comprova que o estudo de língua especificamente no que diz respeito à leitura e produção textual, quando aproximados do contexto, apresentam melhores resultados. A OLP ao propor que se volte o olhar para não só ver, mas enxergar o lugar onde vivem os alunos, torna-os sujeitos e assim cumpre o seu principal objetivo que é perseguir o iletrismo, no sentido mais significativo do ato de ler. Neste sentido, contribui significativamente para a ampliação do conhecimento e da competência discursiva, tanto na modalidade oral quanto escrita, dos envolvidos diretamente no processo de ensino aprendizagem que são o professor e seus alunos.
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  • WILDER MAX VIEIRA DOS SANTOS
  • NARRATIVAS AMAZÔNICAS: UMA PROPOSTA DE ENSINO COM A LITERATURA BRASILEIRA DE EXPRESSÃO AMAZÔNICA
  • Orientador : EDIVALDO DA SILVA BERNARDO
  • Data: 06/12/2017
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  • Em face da importância da leitura literária nas aulas de língua portuguesa, esta dissertação teve como objetivo apresentar e desenvolver uma proposta de ensino constituída de uma sequência de atividades interventivas que auxiliem na formação de leitores nessa perspectiva da língua, a partir de um trabalho com as narrativas amazônicas, através de práticas de leitura, oralidade, produção textual escrita e análise literária em turmas do 9o ano do Ensino Fundamental. Do ponto de vista teórico, a importância dessa proposta está em conceber o trabalho com a literatura a partir de uma perspectiva regional, no sentido de se desconstruir paradigmas e preconceitos com a cultura local, expressos através das desigualdades sociais e educacionais, historicamente construídas. Do ponto de vista social e prático, esta dissertação permitiu verificar que o trabalho com a literatura brasileira de expressão amazônica pode atender às reais necessidades dos alunos do Ensino Fundamental, notadamente do 9o ano. Desta forma, o trabalho se orientou por uma metodologia que se materializou inicialmente na pesquisa bibliográfica, em busca de referencial teórico e de estudiosos da área que fundamentassem a pesquisa. Posteriormente, foi elaborada e aplicada a proposta de ensino, cujos resultados foram considerados satisfatórios, na medida em que os alunos demonstraram que adquiriram novos conhecimentos e se perceberam como parte do processo. Assim, tal proposta se constitui como um produto didático pedagógico que pode ser flexível, considerando a realidade de cada ambiente escolar. Dessa forma, esperamos contribuir para o sucesso dos alunos no Ensino Fundamental, favorecendo a eles não só a construção de sua formação leitora, mas sobretudo a gradual evolução de sua consciência literária.
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  • WILDER MAX VIEIRA DOS SANTOS
  • NARRATIVAS AMAZÔNICAS: UMA PROPOSTA DE ENSINO COM A LITERATURA BRASILEIRA DE EXPRESSÃO AMAZÔNICA
  • Orientador : EDIVALDO DA SILVA BERNARDO
  • Data: 06/12/2017
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  • Em face da importância da leitura literária nas aulas de língua portuguesa, esta dissertação teve como objetivo apresentar e desenvolver uma proposta de ensino constituída de uma sequência de atividades interventivas que auxiliem na formação de leitores nessa perspectiva da língua, a partir de um trabalho com as narrativas amazônicas, através de práticas de leitura, oralidade, produção textual escrita e análise literária em turmas do 9o ano do Ensino Fundamental. Do ponto de vista teórico, a importância dessa proposta está em conceber o trabalho com a literatura a partir de uma perspectiva regional, no sentido de se desconstruir paradigmas e preconceitos com a cultura local, expressos através das desigualdades sociais e educacionais, historicamente construídas. Do ponto de vista social e prático, esta dissertação permitiu verificar que o trabalho com a literatura brasileira de expressão amazônica pode atender às reais necessidades dos alunos do Ensino Fundamental, notadamente do 9o ano. Desta forma, o trabalho se orientou por uma metodologia que se materializou inicialmente na pesquisa bibliográfica, em busca de referencial teórico e de estudiosos da área que fundamentassem a pesquisa. Posteriormente, foi elaborada e aplicada a proposta de ensino, cujos resultados foram considerados satisfatórios, na medida em que os alunos demonstraram que adquiriram novos conhecimentos e se perceberam como parte do processo. Assim, tal proposta se constitui como um produto didático pedagógico que pode ser flexível, considerando a realidade de cada ambiente escolar. Dessa forma, esperamos contribuir para o sucesso dos alunos no Ensino Fundamental, favorecendo a eles não só a construção de sua formação leitora, mas sobretudo a gradual evolução de sua consciência literária.
2016
Dissertações
1
  • JOELMA SA FIGUEIREDO
  • ENSINO DE GRAMÁTICA: RENOVANDO AS PRÁTICAS ESCOLARES E INSERINDO O ALUNO EM SEU PROCESSO DE FORMAÇÃO
  • Orientador : EDIENE PENA FERREIRA
  • Data: 21/11/2016
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  • Este estudo tem como objetivo analisar e descrever o resultado do processo de ensinoaprendizagem da gramática da Língua Portuguesa falada e escrita, utilizando a proposta metodológica do professor Ataliba de Castilho, explicitada em seu livro “A língua falada no Ensino de Português” (2014). Para isso, elaborou-se uma pesquisa bibliográfica fundamentada nos estudiosos Castilho (2014), Neves (2014), Possenti (2012), Franchi (2006), Marcuschi, (2010) Britto (1997), Antunes (2007), Geraldi (2012), entre outros; e de campo a partir de um projeto de intervenção executado com alunos do primeiro ano do ensino médio, que subsidia a dissertação que aqui se apresenta. A pesquisa caracteriza-se como abordagem qualitativa, e como instrumento de coleta de dados utilizou-se o diário de bordo e a observação participante, registrada sob forma de vídeos e fotos, cujas atividades foram descritas e analisadas. Os sujeitos participantes da pesquisa foram trinta e dois alunos do 1º ano do ensino médio de uma escola pública de Santarém. Os resultados da pesquisa mostram que a inovação da prática pedagógica é essencial ao desenvolvimento do aluno. Nesse sentido, buscou-se proporcionar a abertura do pensamento, a formação da consciência linguística por meio de um ensino “aberto” de gramática da língua portuguesa falada e escrita. Conclui-se que a proposta de Ataliba consegue inserir o aluno em seu processo educativo levando-o à formação de um pensamento crítico sobre sua língua
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  • JOELMA SA FIGUEIREDO
  • ENSINO DE GRAMÁTICA: RENOVANDO AS PRÁTICAS ESCOLARES E INSERINDO O ALUNO EM SEU PROCESSO DE FORMAÇÃO
  • Orientador : EDIENE PENA FERREIRA
  • Data: 21/11/2016
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  • Este estudo tem como objetivo analisar e descrever o resultado do processo de ensinoaprendizagem da gramática da Língua Portuguesa falada e escrita, utilizando a proposta metodológica do professor Ataliba de Castilho, explicitada em seu livro “A língua falada no Ensino de Português” (2014). Para isso, elaborou-se uma pesquisa bibliográfica fundamentada nos estudiosos Castilho (2014), Neves (2014), Possenti (2012), Franchi (2006), Marcuschi, (2010) Britto (1997), Antunes (2007), Geraldi (2012), entre outros; e de campo a partir de um projeto de intervenção executado com alunos do primeiro ano do ensino médio, que subsidia a dissertação que aqui se apresenta. A pesquisa caracteriza-se como abordagem qualitativa, e como instrumento de coleta de dados utilizou-se o diário de bordo e a observação participante, registrada sob forma de vídeos e fotos, cujas atividades foram descritas e analisadas. Os sujeitos participantes da pesquisa foram trinta e dois alunos do 1º ano do ensino médio de uma escola pública de Santarém. Os resultados da pesquisa mostram que a inovação da prática pedagógica é essencial ao desenvolvimento do aluno. Nesse sentido, buscou-se proporcionar a abertura do pensamento, a formação da consciência linguística por meio de um ensino “aberto” de gramática da língua portuguesa falada e escrita. Conclui-se que a proposta de Ataliba consegue inserir o aluno em seu processo educativo levando-o à formação de um pensamento crítico sobre sua língua
3
  • MARIA SIMONE DA COSTA MOREIRA
  • O ENSINO DO ARTIGO DE OPINIÃO NA PERSPECTIVA DA OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA
  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 21/11/2016
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  • No presente trabalho, propus-me abordar ―O ensino do artigo de opinião na perspectiva da Olimpíada de Língua Portuguesa‖, a partir de uma pesquisa de caráter qualitativo-interpretativo, de cunho etnográfico e de natureza aplicada, ou seja, de uma pesquisa de intervenção. O objetivo geral foi investigar como se propõe e como se realiza, no âmbito da Olimpíada de Língua Portuguesa, o ensino do gênero artigo de opinião, por meio de uma pesquisa-ação na Escola de Ensino Médio São José, no município de Óbidos- Pará.
4
  • MARIA SIMONE DA COSTA MOREIRA
  • O ENSINO DO ARTIGO DE OPINIÃO NA PERSPECTIVA DA OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA
  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 21/11/2016
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  • No presente trabalho, propus-me abordar ―O ensino do artigo de opinião na perspectiva da Olimpíada de Língua Portuguesa‖, a partir de uma pesquisa de caráter qualitativo-interpretativo, de cunho etnográfico e de natureza aplicada, ou seja, de uma pesquisa de intervenção. O objetivo geral foi investigar como se propõe e como se realiza, no âmbito da Olimpíada de Língua Portuguesa, o ensino do gênero artigo de opinião, por meio de uma pesquisa-ação na Escola de Ensino Médio São José, no município de Óbidos- Pará.
5
  • PAULO HENRIQUE VIEIRA DE BARROS
  • Por um ensino de língua portuguesa mediado pelo facebook: uma proposta pedagógica para Escola Municipal de Ensino Fundamental Felipe Patroni – Óbidos/PA
  • Orientador : ANDREI SANTOS DE MORAIS
  • Data: 21/11/2016
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  • À luz desse entendimento, fazendo uma análise a partir de observações empíricas acerca das práticas pedagógicas no contexto das salas de aula na contemporaneidade; nós, docentes, ainda nos encontramos muito alheios às informações, domínio das tecnologias digitais e quais são as suas vantagens para a melhoria do ensino-e-aprendizagem. Via de regra, preferimos ficar quietos na nossa zona de conforto a ousar redimensionar a dinâmica das aulas tendo como aliado didático e pedagógico as tecnologias digitais. Estar inserido na era digital não se configura somente por possuir uma conta de e-mail, digitar e imprimir texto. É necessário mais que isso. É mister também interagir e produzir conteúdo digital, e deixarmos de sermos apenas espectadores ou usuários de suas ferramentas. É fundamental compreendermos que a sociedade em que vivemos é marcada pelas tecnologias de informação e comunicação, onde as redes sociais podem ser consideradas como elemento para potencializar um ensino e aprendizagem atrativos aproximando, assim, docentes da realidade dos discentes.
6
  • PAULO HENRIQUE VIEIRA DE BARROS
  • Por um ensino de língua portuguesa mediado pelo facebook: uma proposta pedagógica para Escola Municipal de Ensino Fundamental Felipe Patroni – Óbidos/PA
  • Orientador : ANDREI SANTOS DE MORAIS
  • Data: 21/11/2016
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  • À luz desse entendimento, fazendo uma análise a partir de observações empíricas acerca das práticas pedagógicas no contexto das salas de aula na contemporaneidade; nós, docentes, ainda nos encontramos muito alheios às informações, domínio das tecnologias digitais e quais são as suas vantagens para a melhoria do ensino-e-aprendizagem. Via de regra, preferimos ficar quietos na nossa zona de conforto a ousar redimensionar a dinâmica das aulas tendo como aliado didático e pedagógico as tecnologias digitais. Estar inserido na era digital não se configura somente por possuir uma conta de e-mail, digitar e imprimir texto. É necessário mais que isso. É mister também interagir e produzir conteúdo digital, e deixarmos de sermos apenas espectadores ou usuários de suas ferramentas. É fundamental compreendermos que a sociedade em que vivemos é marcada pelas tecnologias de informação e comunicação, onde as redes sociais podem ser consideradas como elemento para potencializar um ensino e aprendizagem atrativos aproximando, assim, docentes da realidade dos discentes.
7
  • EDILCILENE DA SILVA ALBARADO
  • História para contar histórias: A oralidade como objeto de ensino na escola
  • Orientador : ANA MARIA VIEIRA SILVA
  • Data: 22/11/2016
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  • Este estudo tem como foco central o desenvolvimento de uma pesquisa sobre o trabalho com a oralidade no ambiente escolar, que pretende, a partir da sistematização de dados coletados junto a contadores de histórias do imaginário amazônico, produzir material didático-pedagógico que reúna cultura oral local e o trabalho com a oralidade na escola, para serem usados nas aulas de língua portuguesa. O material visa contribuir com o professor que tanto tem se questionado sobre como trabalhar com a modalidade oral da língua, no ambiente educacional. A proposta de ensino é direcionada aos docentes das séries finais do ensino fundamental (6º ao 9° ano), e se constitui a partir da recolha de narrativas culturais orais em vídeos, selecionadas do ponto de vista do enredo e de aspectos da oralidade para ser disponibilizado, em documento eletrônico, com uma sequência didática, organizada em um conjunto de atividades com instruções para o tratamento da oralidade como objeto de ensino. As atividades propostas estão voltadas para o conhecimento, a compreensão e reflexão sobre a língua, assim como para a ampliação do repertório linguístico do aluno, além do estímulo à sua autonomia criativa e a valoração da experiência de seus antecedentes, de sua identidade cultural e linguística, incitando um novo olhar deste a cerca da realidade e de perspectivas de transformação. Assim, pretende-se instigar não só o trabalho com a oralidade na sala de aula, mas contribuir para a prática do professor com um material de suporte para a vivência de uma metodologia produtiva e atrativa para o ensino de língua portuguesa.  
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  • EDILCILENE DA SILVA ALBARADO
  • História para contar histórias: A oralidade como objeto de ensino na escola
  • Orientador : ANA MARIA VIEIRA SILVA
  • Data: 22/11/2016
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  • Este estudo tem como foco central o desenvolvimento de uma pesquisa sobre o trabalho com a oralidade no ambiente escolar, que pretende, a partir da sistematização de dados coletados junto a contadores de histórias do imaginário amazônico, produzir material didático-pedagógico que reúna cultura oral local e o trabalho com a oralidade na escola, para serem usados nas aulas de língua portuguesa. O material visa contribuir com o professor que tanto tem se questionado sobre como trabalhar com a modalidade oral da língua, no ambiente educacional. A proposta de ensino é direcionada aos docentes das séries finais do ensino fundamental (6º ao 9° ano), e se constitui a partir da recolha de narrativas culturais orais em vídeos, selecionadas do ponto de vista do enredo e de aspectos da oralidade para ser disponibilizado, em documento eletrônico, com uma sequência didática, organizada em um conjunto de atividades com instruções para o tratamento da oralidade como objeto de ensino. As atividades propostas estão voltadas para o conhecimento, a compreensão e reflexão sobre a língua, assim como para a ampliação do repertório linguístico do aluno, além do estímulo à sua autonomia criativa e a valoração da experiência de seus antecedentes, de sua identidade cultural e linguística, incitando um novo olhar deste a cerca da realidade e de perspectivas de transformação. Assim, pretende-se instigar não só o trabalho com a oralidade na sala de aula, mas contribuir para a prática do professor com um material de suporte para a vivência de uma metodologia produtiva e atrativa para o ensino de língua portuguesa.  
9
  • IVANETE DA SILVA PAIXÃO
  • ONDE TERMINA A CRÔNICA E COMEÇA O ARTIGO DE OPINIÃO OU VICE-VERSA?
  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 22/11/2016
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  • Este trabalho tem o compromisso conceitual e teórico de contribuir para melhorar a discussão e a flexibilidade das questões sobre produção de texto em sala de aula e é destinado, em especial, a professores de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental e Médio. Não pretende resolver todos os problemas do uso dos gêneros textuais em sala de aula e, talvez, sequer consiga apresentar uma solução para a questão específica que levanta. Se causar inquietude, problematização, reflexão e dúvidas já terá cumprido seu papel, pois se abre a oportunidade de discutir e repensar verdades cristalizadas e comumente adotadas como parâmetros para o ensino de Língua Portuguesa.
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  • IVANETE DA SILVA PAIXÃO
  • ONDE TERMINA A CRÔNICA E COMEÇA O ARTIGO DE OPINIÃO OU VICE-VERSA?
  • Orientador : LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO
  • Data: 22/11/2016
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  • Este trabalho tem o compromisso conceitual e teórico de contribuir para melhorar a discussão e a flexibilidade das questões sobre produção de texto em sala de aula e é destinado, em especial, a professores de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental e Médio. Não pretende resolver todos os problemas do uso dos gêneros textuais em sala de aula e, talvez, sequer consiga apresentar uma solução para a questão específica que levanta. Se causar inquietude, problematização, reflexão e dúvidas já terá cumprido seu papel, pois se abre a oportunidade de discutir e repensar verdades cristalizadas e comumente adotadas como parâmetros para o ensino de Língua Portuguesa.
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  • LENA RAIMUNDA PAXIÚBA SOARES
  • ENSINO DE PORTUGUÊS POR MEIO DE TEXTOS: IMPLICAÇÕES DE UMA METODOLOGIA PROPOSTA PARA ENSINO DE PRÁTICA DE LINGUAGEM
  • Orientador : EDIENE PENA FERREIRA
  • Data: 22/11/2016
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  • O presente estudo tem como tema central o Ensino de Português a partir de uma proposta metodológica. Insere-se na linha de pesquisa da leitura e da produção textual, incidindo em uma reflexão sobre a metodologia de ensino e aprendizagem de português, adotada pela Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro na prática pedagógica de uma turma de 1º ano do Ensino Médio de uma escola pública do estado do Pará – a Escola Professora Maria das Graças Escócio Cerqueira, situada no município de Itaituba – PA. Neste estudo, relata-se uma experiência pedagógica abordando as implicações presentes em uma proposta didática aplicada na práxis educativa, procurando compreender fatores que permitiram ou impediram o desenvolvimento de aprendizagens significativas nos alunos, refletindo sobre a presença do texto na sala de aula, os conceitos e as atitudes presentes durante as oficinas. Optou-se, nesse sentido, pela pesquisa de caráter qualitativo-interpretativo, de natureza aplicada, utilizando-se da intervenção e da observação participante. Na pesquisa, a concepção de ensino de português respaldou-se, principalmente, nos estudos de Geraldi (1996; 2010; 2012; 2013), Britto (1997; 2004; 2015), Koch (2011; 2014) e Marcuschi (2008; 2010; 2012). Já os conceitos de atividade dialógica tiveram as contribuições de Bakhtin (2006; 2014), Dolz e Schneuwly (2004). Em síntese, esta investigação pretendeu desvendar as implicações do processo ensino-aprendizagem de português de uma metodologia na perspectiva de uma prática pedagógica centrada na leitura e produção de texto, identificando fatores que foram bem sucedidos, que podem ser melhorados e que dificultaram a aplicação da proposta.
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  • LENA RAIMUNDA PAXIÚBA SOARES
  • ENSINO DE PORTUGUÊS POR MEIO DE TEXTOS: IMPLICAÇÕES DE UMA METODOLOGIA PROPOSTA PARA ENSINO DE PRÁTICA DE LINGUAGEM
  • Orientador : EDIENE PENA FERREIRA
  • Data: 22/11/2016
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  • O presente estudo tem como tema central o Ensino de Português a partir de uma proposta metodológica. Insere-se na linha de pesquisa da leitura e da produção textual, incidindo em uma reflexão sobre a metodologia de ensino e aprendizagem de português, adotada pela Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro na prática pedagógica de uma turma de 1º ano do Ensino Médio de uma escola pública do estado do Pará – a Escola Professora Maria das Graças Escócio Cerqueira, situada no município de Itaituba – PA. Neste estudo, relata-se uma experiência pedagógica abordando as implicações presentes em uma proposta didática aplicada na práxis educativa, procurando compreender fatores que permitiram ou impediram o desenvolvimento de aprendizagens significativas nos alunos, refletindo sobre a presença do texto na sala de aula, os conceitos e as atitudes presentes durante as oficinas. Optou-se, nesse sentido, pela pesquisa de caráter qualitativo-interpretativo, de natureza aplicada, utilizando-se da intervenção e da observação participante. Na pesquisa, a concepção de ensino de português respaldou-se, principalmente, nos estudos de Geraldi (1996; 2010; 2012; 2013), Britto (1997; 2004; 2015), Koch (2011; 2014) e Marcuschi (2008; 2010; 2012). Já os conceitos de atividade dialógica tiveram as contribuições de Bakhtin (2006; 2014), Dolz e Schneuwly (2004). Em síntese, esta investigação pretendeu desvendar as implicações do processo ensino-aprendizagem de português de uma metodologia na perspectiva de uma prática pedagógica centrada na leitura e produção de texto, identificando fatores que foram bem sucedidos, que podem ser melhorados e que dificultaram a aplicação da proposta.
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  • MARILEY SIMONE CORRÊA TAVARES
  • (In)adequações Curriculares no Ensino de Língua Portuguesa: planos de ensino e práticas docentes de três escolas do município de Santarém-Pará.
  • Orientador : ROBERTO DO NASCIMENTO PAIVA
  • Data: 22/11/2016
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  • Neste trabalho de pesquisa o qual visa discorrer sobre o ensino de Língua Portuguesa e as possíveis (in)adequações curriculares temos como objetivo maior analisar em que medida está às (in)adequações curriculares e docentes no que se refere ao ensino de Língua Portuguesa no 9º ano do Fundamental II em escolas da rede municipal de ensino – Santarém – Pará e como objetivos específicos discutir o contexto legal, pedagógico e didático dos Currículos das escolas pesquisadas no que se referem ao ensino de Língua Portuguesa; observar professores e suas práticas para que estas sejam analisadas até que ponto encontram-se na contramão com as diretrizes e documentos que postulam e regem o ensino de Língua Portuguesa; identificar os instrumentos metodológicos e didáticos utilizados pelos professores de Língua Portuguesa.
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  • MARILEY SIMONE CORRÊA TAVARES
  • (In)adequações Curriculares no Ensino de Língua Portuguesa: planos de ensino e práticas docentes de três escolas do município de Santarém-Pará.
  • Orientador : ROBERTO DO NASCIMENTO PAIVA
  • Data: 22/11/2016
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  • Neste trabalho de pesquisa o qual visa discorrer sobre o ensino de Língua Portuguesa e as possíveis (in)adequações curriculares temos como objetivo maior analisar em que medida está às (in)adequações curriculares e docentes no que se refere ao ensino de Língua Portuguesa no 9º ano do Fundamental II em escolas da rede municipal de ensino – Santarém – Pará e como objetivos específicos discutir o contexto legal, pedagógico e didático dos Currículos das escolas pesquisadas no que se referem ao ensino de Língua Portuguesa; observar professores e suas práticas para que estas sejam analisadas até que ponto encontram-se na contramão com as diretrizes e documentos que postulam e regem o ensino de Língua Portuguesa; identificar os instrumentos metodológicos e didáticos utilizados pelos professores de Língua Portuguesa.
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  • MIRINALDO DA SILVA E SILVA
  • Da história de vida à autobiografia: um diálogo entre gêneros para a produção textual
  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 28/11/2016
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  • O ensino de língua materna a partir da exploração do continuum entre gêneros textuais da mesma ordem (no caso a do narrar), à luz da Linguística Textual e dos Gêneros Textuais; analisa-se a história de vida e autobiografia, que têm como tema a própria vida dos alunos do 9º ano de uma escola pública de Santarém, tanto na produção oral quanto escrita, descrevendo como os estudantes realizam o continuum entre esses gêneros, considerando o que transferem do gênero primário ao secundário (autobiografia), assim como o que decidem preservar no gênero primário (história de vida), sob os critérios de coesão, coerência e intertextualidade; vale ressaltar que essa atitude não se constitui um defeito de produção de gênero, mas, sim, um equilíbrio diante da ação discursiva, com vistas a produzir textos de maneira eficiente e que, aqui, é tido como uma proposta para os professores não trabalharem com as noções de gêneros como sendo manifestações isoladas, tal como apresentado nos manuais didáticos, mas como possibilidades de realizar constantes trocas entre os gêneros, aproveitando as formas que o aluno escolhe para fazer esse constante continuum.
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  • MIRINALDO DA SILVA E SILVA
  • Da história de vida à autobiografia: um diálogo entre gêneros para a produção textual
  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 28/11/2016
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  • O ensino de língua materna a partir da exploração do continuum entre gêneros textuais da mesma ordem (no caso a do narrar), à luz da Linguística Textual e dos Gêneros Textuais; analisa-se a história de vida e autobiografia, que têm como tema a própria vida dos alunos do 9º ano de uma escola pública de Santarém, tanto na produção oral quanto escrita, descrevendo como os estudantes realizam o continuum entre esses gêneros, considerando o que transferem do gênero primário ao secundário (autobiografia), assim como o que decidem preservar no gênero primário (história de vida), sob os critérios de coesão, coerência e intertextualidade; vale ressaltar que essa atitude não se constitui um defeito de produção de gênero, mas, sim, um equilíbrio diante da ação discursiva, com vistas a produzir textos de maneira eficiente e que, aqui, é tido como uma proposta para os professores não trabalharem com as noções de gêneros como sendo manifestações isoladas, tal como apresentado nos manuais didáticos, mas como possibilidades de realizar constantes trocas entre os gêneros, aproveitando as formas que o aluno escolhe para fazer esse constante continuum.
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  • MANUEL BENJAMIN MONTEIRO LIBERAL SOUSA
  • Práticas de produção textual: análise dos fatores de textualidade evidenciados nas produções textuais de alunos do 3º ano do ensino médio de uma escola pública de Santarém
  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 29/11/2016
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  • O objetivo deste trabalho é estudar os fatores de textualidade em produções textuais de alunos do 3º ano do ensino médio na Escola Estadual Nossa Senhora Aparecida. O caminho adotado pelo autor para a abordagem da língua portuguesa no ensino médio centra-se no estudo do texto e da textualidade. Foi proposto como pergunta da pesquisa o seguinte problema: como o conhecimento dos fatores de textualidade pode influenciar no desempenho do aluno em termo de produção textual? Neste trabalho, a intervenção e a coleta de dados foram realizadas pelo pesquisador na sala de aula em que o próprio pesquisador figurava como professor. Para o desenvolvimento da pesquisa, foram apresentados aos alunos, por meio de aulas expositivas, alguns fatores da textualidade, proposto por Beaugrand & Dressler (1981) (coesão, coerência, intencionalidade, aceitabilidade, informatividade, situacionalidade e intertextualidade), bem como as quatro metarregras propostas por Charolles (1997) (repetição, progressão, não contradição e relação). Como instrumento de análises, foram coletados trinta textos, elaborados pelos discentes, que serão estudados com base nas teorias sobre fatores de textualidade.
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  • MANUEL BENJAMIN MONTEIRO LIBERAL SOUSA
  • Práticas de produção textual: análise dos fatores de textualidade evidenciados nas produções textuais de alunos do 3º ano do ensino médio de uma escola pública de Santarém
  • Orientador : HELIUD LUIS MAIA MOURA
  • Data: 29/11/2016
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  • O objetivo deste trabalho é estudar os fatores de textualidade em produções textuais de alunos do 3º ano do ensino médio na Escola Estadual Nossa Senhora Aparecida. O caminho adotado pelo autor para a abordagem da língua portuguesa no ensino médio centra-se no estudo do texto e da textualidade. Foi proposto como pergunta da pesquisa o seguinte problema: como o conhecimento dos fatores de textualidade pode influenciar no desempenho do aluno em termo de produção textual? Neste trabalho, a intervenção e a coleta de dados foram realizadas pelo pesquisador na sala de aula em que o próprio pesquisador figurava como professor. Para o desenvolvimento da pesquisa, foram apresentados aos alunos, por meio de aulas expositivas, alguns fatores da textualidade, proposto por Beaugrand & Dressler (1981) (coesão, coerência, intencionalidade, aceitabilidade, informatividade, situacionalidade e intertextualidade), bem como as quatro metarregras propostas por Charolles (1997) (repetição, progressão, não contradição e relação). Como instrumento de análises, foram coletados trinta textos, elaborados pelos discentes, que serão estudados com base nas teorias sobre fatores de textualidade.
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