Banca de DEFESA: ROGERIO RIBEIRO DE SOUZA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ROGERIO RIBEIRO DE SOUZA
DATA: 24/10/2018
HORA: 14:00
LOCAL: Sala 332, Unidade Amazônia
TÍTULO: Palinologia dos méis de meliponíneos (Apinae: Meliponini) em comunidades da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, Pará, Brasil
PALAVRAS-CHAVES: Melissopalinologia. Abelhas sem ferrão. Flora meliponícola.
PÁGINAS: 100
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Botânica
SUBÁREA: Morfologia Vegetal
ESPECIALIDADE: Palinologia
RESUMO: O presente estudo teve por objetivo identificar os recursos tróficos usados por Melipona seminigra, Melipona interrupta e Friseomelitta longipes em comunidades ao longo da Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns, por meio da análise polínica de méis dessas abelhas, visando subsidiar a formulação de estratégias de conservação e manejo para aumentar a atividade meliponícola regional. No primeiro capítulo é apresentado um levantamento da produção científica relacionada à Melissopalinologia no Brasil, bem como os tipos polínicos registrados nessas publicações, provendo um banco de dados melissopalinológico do período entre 2005 e 2017, a partir de trabalhos indexados na Web of Science e na Scientific Electronic Library Online. A análise polínica do mel de Melipona seminigra e M. interrupta encontrou 98 tipos polínicos, distribuídos em 21 famílias, com cinco tipos indeterminados. Desse total, 53 tipos foram exclusivamente coletados por M. seminigra, 28 foram coletados apenas por M. interrupta e 17 tipos foram compartilhados por ambas as espécies. O principal tipo polínico para M. seminigra foi Mimosa pudica (Fabaceae/Mimosoideae) e para Melipona interrupta foram os tipos Protium heptaphyllum (Burseraceae), Miconia (Melastomataceae) e Spondias mombin (Anacardiaceae). Para a espécie Frieseomelitta longipes foram identificados 173 tipos polínicos distribuídos em 34 famílias botânicas, somados a 14 tipos indeterminados. Os tipos polínicos mais representativos nas amostras de méis de F. longipes foram: Spondias mombin, Tapirira guianensis (Anacardiaceae), Caelsapinia peltophoporoides, Delonix regia (Fabaceae/Caesalpinioideae), Mimosa guilandinae (Fabaceae/Mimosoideae), Eugenia stiptata, Psidium guajava (Myrtaceae) e Cecropia (Urticaceae). Os dados gerados pelo presente estudo serão úteis para os meliponicultores locais, sugerindo quais espécies vegetais em diferentes períodos de floração são recomendadas como recursos para as espécies de abelhas aqui estudadas. Este estudo enfatiza a importância da diversidade de plantas para manter as espécies de abelhas em meliponários dentro de áreas da Resex Tapajós-Arapiuns.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 013.853.015-70 - JAILSON SANTOS DE NOVAIS - UFBA
Externo ao Programa - 1046172 - GRACIENE CONCEICAO DOS SANTOS
Externo à Instituição - FRANCISCO DE ASSIS RIBEIRO DOS SANTOS - UEFS
Externo à Instituição - MARCOS GONÇALVES FERREIRA - INPA
Notícia cadastrada em: 19/09/2018 15:43
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