Banca de QUALIFICAÇÃO: SUELANY SOUSA DA SILVA ARAUJO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: SUELANY SOUSA DA SILVA ARAUJO
DATA: 30/05/2018
HORA: 18:00
LOCAL: Sala 1 da pós
TÍTULO: DA FLONA À EMANCIPAÇÃO: um estudo de caso da comunidade São Jorge, Belterra - Pará
PALAVRAS-CHAVES: .
PÁGINAS: 135
GRANDE ÁREA: Outra
ÁREA: Multidisciplinar
RESUMO: Este trabalho objetiva apresentar como os moradores da comunidade São Jorge, localizada no oeste paraense, se organizaram para a emancipação territorial da Floresta Nacional do Tapajós. Tal estudo propõe-se a apresentar as causas e consequências do processo de emancipação desta comunidade por meio de uma abordagem histórica, social, econômica e ambiental. Assim, far-se-á o levantamento das informações como dados históricos, dados da situação atual e da evolução dos indicadores sócio- econômicos e dos sistemas de produção antes e após a emancipação, pois com a evolução histórica busca-se explicar as transformações econômicas, sociais e ambientais ocorridas ao longo do tempo e que ocasionaram a conformação atual do objeto de estudo devido ao processo de emancipação da Flona Tapajós. Os critérios metodológicos foram assim organizados: pesquisa documental de materiais impressos e documentos relacionados ao processo de emancipação da comunidade; reunião; rodada de conversa; realização de entrevistas semi-estruturadas com os moradores mais antigos, representantes da Associação Comunitária e moradores acima de 18 anos, tendo por base a técnica da “bola de neve” (snowball), abrangendo cinco eixos temáticos: os aspectos históricos, ambientais, sociais, econômicos e institucionais da Comunidade São Jorge. Trata-se de um estudo de caso, apresentando uma abordagem sistêmica, sendo que a metodologia utilizada para o cálculo dos índices de sustentabilidade e mensuração do grau de sustentabilidade seguirá a mesma utilizada por Ferreira et al. (2012), formada por um conjunto de 23 indicadores, abrangendo os balanços econômico e social, ambiental; o gerenciamento do estabelecimento; a qualidade do solo e da água; o manejo dos sistemas de produção e a diversificação da paisagem e o estado de conservação da vegetação nativa. São valores no intervalo de 0 a 1 para cada indicador, considerando 0,7 o valor de referência para um bom desempenho ambiental, social ou econômico. A média aritmética simples dos 23 indicadores de sustentabilidade resulta em um índice final do estabelecimento avaliado. É possível, com o apoio de imagens de satélite e levantamento de campo, gerar croquis do estabelecimento rural e montar um banco de dados.
MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2160202 - ALANNA DO SOCORRO LIMA DA SILVA
Interno - 1964235 - HELIONORA DA SILVA ALVES CHIBA
Interno - 1776327 - THIAGO ALMEIDA VIEIRA
Notícia cadastrada em: 29/05/2018 15:53
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